Pulverização em transgênicos afeta abelhas e pássaros Balneário Camboriú, Santa Catarina

Estudo evidencia que os campos de colza naturais apresentam diferenças em relação aos transgênicos. Confira a opinião de cientistas e de um dos representantes da área de biotecnologia. Compreenda também como o processo de pulverização afeta o equilíbrio ecológico das espécies.

Ancoradouro Ingleses Restaurante
(48) 3249-5695
Estr D João Becker, 355, Ingleses
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Barba Azul Restaurante
(48) 3232-5691
av Das Rendeiras, 1628, Lagoa Da Conceição
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Bar e Restaurante Casa Velha
(48) 3223-0238
r Fernando Machado, 46, Centro
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Bar do Alemão
(48) 3240-5380
r NS Aparecida, 360,Jardim Atlântico
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Boca a Boca Restaurante
(48) 3234-4718
av Das Rendeiras, 1184, Lagoa Da Conceição
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Ancoradouro Restaurante
(48) 3369-6060
Bc Stefani Becker, 335, B Balneario
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Salad Creations Florianópolis (Shopping Iguatemi)
(48) 3239-8960
Av. Madre Benvenuta 687
Florianópolis, Santa Catarina
 
Estação 261 Gastronomia, Eventos e festas - Catering
(48) 3282-9944
av das raias 261 Jurere internacional
florianopolis, Santa Catarina
 
Acor Restaurante e Bar Ltda
(48) 3346-8253
r Waldemar Melo Dias, 93, Praia Dos Açores
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Na báia sabor e arte
(48) 9925-8362
praia da pinheira
palhoça, Santa Catarina
 
Dados Divulgados por

Pulverização em transgênicos afeta abelhas e pássaros

Editoria: Vininha F. Carvalho5/8/2005

Pulverização em transgênicos afeta abelhas e pássaros

O maior estudo já feito sobre o impacto de lavouras de transgênicos sobre a vida selvagem concluiu que pássaros e abelhas desenvolvem-se melhor em campos de colza (planta que serve como forragem para carneiros e como fonte de óleo combustível) naturais do que em campos de colza transgênica, afirmaram cientistas.

Mas os pesquisadores ressaltaram que isso aconteceu não pelo fato de as sementes oleaginosas serem transgênicas e, sim, pela forma como os agrotóxicos foram aplicados.

"O estudo demonstra a importância dos efeitos do gerenciamento dos herbicidas sobre a vida selvagem nas lavouras e nas áreas adjacentes", disse o pesquisador David Bohan.

Grupos ambientalistas, no entanto, ficaram horrorizados com o estudo, realizado na Grã-Bretanha.

"Esses resultados são mais um duro golpe para a indústria da biotecnologia. Cultivar sementes de colza transgênicas teria um impacto negativo na vida selvagem", afirmou Clare Oxborrow, da ONG Friends of the Earth (Amigos da Terra).

A experiência foi a última de um teste em quatro fases da controversa tecnologia - o maior do mundo sobre trangênicos. A iniciativa custou US$ 9,5 milhões.

Cientistas disseram que, comparadas com a colza convencional cultivada no inverno, as plantas transgênicas, resistentes a herbicidas, tiveram no geral o mesmo número de ervas daninhas, mas com mais gramíneas e menos plantas daninhas de folhas largas.

As flores das plantas daninhas de folhas largas fornecem alimento para os insetos, e suas sementes são uma importante fonte de alimento para outros animais.

Os pesquisadores afirmaram que, apesar de as lavouras transgênicas possuírem menos borboletas e abelhas, a diferença não se deveu ao fato de elas serem geneticamente modificadas, mas sim à maneira como são pulverizadas.

Em outubro de 2003, a mesma pesquisa governamental mostrou que a pulverização de beterrabas transgênicas prejudicava significativamente mais o meio ambiente do que a pulverização convencional.

As empresas de biotecnologia, porém, insistem que os cultivos são seguros.

"As lavouras transgênicas oferecem um gerenciamento de ervas daninhas mais flexível para os agricultores, e, como mostram os resultados de hoje, a diferença entre o impacto de culturas transgênicas e não-transgênicas sobre a biodiversidade é mínima", disse Tony Combes, vice-presidente do Conselho de Biotecnologia Agrícola, que representa empresas como a Monsanto e a Syngenta.

Apesar de todo esse otimismo, os transgênicos ainda enfrentam forte resistência na Grã-Bretanha, a ponto de não haver nenhum pedido de aprovação de novas sementes geneticamente modificadas.

Fonte: Globo.com

Clique aqui para ler este artigo na Animalivre