Os Mitos Do Soa - Service-Oriented Architecture Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Os mitos que se criaram em torno da arquitetura de serviços, sejam totalmente falsos ou não, afastam as empresas que poderiam obter resultados. A arquitetura orientada a serviço e as inovações tecnológicas correlatas permitiram às áreas de TI desenvolver unidades de lógica. Veja mais neste artigo.

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Os Mitos Do Soa - Service-Oriented Architecture

∗Por Thomas Erl e Ricardo Barbosa

SOA (Service-Oriented Architecture) é caro, leva tempo e precisa envolver toda a empresa. Os mitos que se criaram em torno da arquitetura de serviços, sejam totalmente falsos ou não, afastam as empresas que poderiam obter resultados favoráveis e retorno no investimento numa infraestrutura mais moderna.

O problema começa com a utilização de vários sistemas e diferentes tecnologias, seja por herança de gerações anteriores de TI ou impostos por fusões e aquisições. Mesmo onerosos para manter e evoluir, as empresas dedicam cada vez menos tempo para adaptá-los às crescentes demandas das áreas de negócios. Como resultado, acabam por produzir uma colcha de retalhos, além de centenas de integrações ponto a ponto.

A arquitetura orientada a serviço e as inovações tecnológicas correlatas permitiram às áreas de TI desenvolver unidades de lógica (serviços) altamente flexíveis e interoperáveis. Assim, é possível se adaptar a mudanças de negócios de forma mais fácil e menos custosa.

O desafio está nas empresas compreenderem o que é SOA e como adotá-lo. Quando a área de TI desenvolve um sistema para atender uma necessidade específica da área de negócios, ela o faz mais rápido e mais barato do que com a utilização do SOA e a área de negócios fica satisfeita. Porém, mais caro e mais demorado no início, o SOA trará em médio e longo prazo mais agilidade para a empresa. É quando os desenvolvimentos rotineiros cedem lugar a simples e rápidas composições de serviços já existentes.

Os modelos de business case e ROI usados para TI não conseguem captar estes benefícios. Eles vão acontecer nas áreas de negócios por meio da diminuição do Time-to-Market e aumento da lucratividade, o que nem sempre é simples de ser mensurado. Para piorar o quadro, muitas empresas dizem ter adotado SOA e na verdade apenas tentaram resolver problemas de integração de sistemas. Nesse caso, trata- se de uma iniciativa isolada da área de TI, que adquire uma série de tecnologias sem se preocupar em construir serviços segundo os Princípios de Design de Serviços.

Outro mito é que para ter sucesso o SOA deve envolver toda a empresa. Falso. Serviços podem ser desenvolvidos e colocados em repositórios distintos (chamados de Inventários de Serviços) dentro da mesma empresa, permitindo que a empresa adote SOA de uma forma gradual. Assim, a empresa pode passar a identificar projetos e a produzir “pedaços” gerenciáveis. Esta abordagem está diretamente relacionada a um Padrão de Design recentemente publicado chamado Domain Inventory. (Para uma descrição, consulte:www.soapatterns.org ).

O fato de poder adotar SOA de forma gradual deve servir de estímulo para que as empresas iniciem um projeto piloto que demonstre resultados palpáveis às áreas de negócio, ao mesmo tempo conferindo à área de TI um entendimento sobre os diversos aspectos correlacionados (governança, infraestrutura, segurança, sistemas legados, etc.) resultando em experiência e confiança necessárias para estender SOA para o restante da empresa. 

∗ Thomas Erl é autor de livros sobre SOA mais vendidos do mundo. Sua obra mais recente é SOA: Princípios de design de serviços, publicado pela Editora Pearson. Também é o fundador da SOA Systems Inc. Ricardo de Castro Barbosa é sócio da SOA-Savoir Faire Educação e Consultoria e é certificado como "SOA-Consultant" pela SOA Systems.

Polyanna Rocha

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