Interação Professor-Aluno Na Pós Lato Sensu Araguaína, Tocantins

O trabalho que o professor faz para interagir o aluno vai refletir positivamente no mundo corporativo. Como auxiliar professores quanto à combinação entre o estilo expositivo tradicional e uma conduta mais dinâmica e participativa em sala de aula? Veja neste artigo.

SENAI
(63) 3411-8800
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Dados Divulgados por
Colegio Pequena Universidade
(63) 3414-4747
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Dados Divulgados por
Colegio Araguaina
(63) 3414-4747
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Dados Divulgados por
Federaçao Inf
(63) 3414-2734
av D Emanuel Q H, 1347 lt 1 Senador
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Romase Centro de Formaçao
(63) 3415-3325
r Sta Cruz, 662 Central
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SENAC
(63) 3413-1170
r F Q Aa, s/n lt George
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Dados Divulgados por
Escola Tecnica de Enfermagem
(63) 3414-4547
av Engenheiros, 337 Pulista
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Dados Divulgados por
Cestep
(63) 3415-2015
av Con João Lima, 1717 s 10 Central
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Dados Divulgados por
Educandario Objetivo
(63) 3421-2383
r Sta Cruz, 1089 Central
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Escola Tecnica de Cabeleleiro
(63) 3414-5915
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Interação Professor-Aluno Na Pós Lato Sensu

Interação professor-aluno na pós lato sensu.

Prof. João Florêncio Bastos Filho∗

A troca de experiências entre os profissionais na pós lato sensu é uma relação ganha-ganha porque a atualização e a educação continuada são moedas muito valorizadas no mercado de trabalho.

Professores que encorajam a participação dos alunos, por meio de debates em grupo e apresentação de trabalhos, desenvolvem interações em sala de aula que irão refletir positivamente no mundo corporativo.

Segundo o dicionário Aurélio podemos definir interação como “ação que se exerce mutuamente entre duas ou mais coisas, ou duas ou mais pessoas; ação recíproca”. O mesmo dicionário define comunicação como “ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual”.

O relacionamento professor-aluno, no que se refere à troca de experiências profissionais, e a existência do amplo campo de possibilidades ensejadas na definição de comunicação acima possibilita uma enorme quantidade de combinações de tipos de interação.

Para facilitar o entendimento das ocorrências destas interações é importante relembrar o conceito utilizado nos estudos de Matemática que se refere ao comportamento da variável (que pode ter ou assumir diferentes valores, diferentes aspectos, segundo os casos particulares ou segundo as circunstâncias) e sua relação a uma constante (que não se desloca; inalterável, imutável).

Vamos considerar como variáveis a platéia (alunos), o conteúdo, a forma e o apresentador (professor) e como constante a “missão” e o esforço do professor em conduzir uma aula interativa. Nesta abordagem, a platéia é o grupo de alunos interessados na aula; conteúdo é quantidade e a qualidade das informações que interessam à platéia; forma é o conjunto de estratégias para criar e manter o interesse da platéia e; apresentador é o professor interessado nas melhores interações com a platéia.

Portanto, o desafio para o professor consiste em saber para que tipo de platéia irá ministrar sua aula; planejar o conteúdo de sua disciplina a partir do nível de conhecimento da platéia; trabalhar o conteúdo da disciplina, despertando o interesse da platéia, respeitando os diferentes níveis de interesse e pontos de vista de seus integrantes e; assumir uma atitude confiante e entusiasta no sentido de ser a pessoa interessada, em transmitir informações úteis, que vão influenciar o bom andamento das atividades em sala de aula.

Como auxiliar professores quanto à combinação entre o estilo expositivo tradicional e uma conduta mais dinâmica e participativa em sala de aula? Esta questão costuma provocar profundas reflexões nas conversas entre professores da pós lato sensu.

A partir dos trabalhos de Vigotsky, Dewey e Piaget, David Kolb (1984), sistematizou a Metodologia de Aprendizagem Vivencial. A idéia principal é que as pessoas aprendem a partir da experiência, no sentido da prática à teoria. Kolb sugere um processo de ensino focalizado em competência, conhecimento funcional e informações pertinentes ao trabalho, família e comunidade, enfatizando sempre as relações do conteúdo de aula com a própria vida.

“Na elaboração de uma didática para adultos, deve-se partir do pressuposto de que o adulto – como aluno – é alguém que traz consigo uma gama de conhecimentos e experiências anteriores, que deve servir de ponto de partida e enriquecimento para a elaboração de situações de aprendizagem. A didática para adultos deve necessariamente partir das situações específicas que se encontram os ‘alunos’. A finalidade da ação pedagógica para adultos é não somente fornecer uma informação pré-estabelecida, mas criar condições indispensáveis para que eles possam se tornar agentes de seu próprio desenvolvimento.” (KOLB, 1984).

A efetiva interação professor-aluno também depende do compromisso do aluno em fazer algo mais do que assumir uma postura passiva à espera da iniciativa do professor. Os alunos estão expostos, no desempenho de suas atividades profissionais, a muitas oportunidades de aprendizagem que os professores gostariam de abordar nos cursos de pós lato sensu..

∗Prof. João Florêncio Bastos Filho - Consultor em Educação Continuada e Gestão de Carreiras e professor especialista em Comunicação Empresarial e Projeto de Carreira em cursos de pós-graduação lato sensu. Administrador pós-graduado em Recursos Humanos e Didática do Ensino Superior, com 28 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento profissional, que há 20 anos atua como orientador de projetos de carreira. Autor dos livros Gestão de Carreiras - Âncoras, Portos e Timoneiros, Editora Fênix, 2005 e Comunicação em Sala de Aula - Interação professor-aluno na pós lato sensu (no prelo). www.comunidadevencer.com.br/profile/joaoflorencio_bastosfilho

João Florêncio Bastos Filho

João Florêncio Bastos Filho,CMC - Consultor em Educação Continuada e Projeto de Carreira. Primeiro consultor brasileiro, na área de Gestão de Carreiras, a obter a certificação CMC - Certified Management Consultant pelo ICMCI - International Council Of Management Consulting Institutes. Professor especialista em Comunicação Empresarial e Projeto de Carreira em cursos de pós-graduação lato sensu. Administrador pós-graduado em Recursos Humanos e Didática do Ensino Superior, com 28 anos de experiência em treinamento e desenvolvimento profissional, que há 20 anos atua como orientador de projetos de carreira. Autor dos livros Gestão de Carreiras - Âncoras, Portos e Timoneiros, Editora Fênix, 2005 e Comunicação em Sala de Aula - Interação professor-aluno na pós lato sensu (no prelo).www.comunidadevencer.com.br/profile/joaoflorencio_bastosfilho

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