Insumos Orgânicos: Os avanços do setor Itabuna, Bahia

Foi ao longo dos últimos 20 anos, que surgiu e se consolidou um novo mercado para fabricantes e fornecedores de produtos destinados ao setor agrícola. Disponibilizando uma linha de produtos que vem revolucionando o setor: substratos, condicionadores de solo, biofertilizantes, compostos e fertilizantes orgânicos. Leia mais no artigo abaixo.

Tchin Yen Bao Restaurante
(75) 3622-9326
r Brigadeiro E Gomes, 561 Capuchinhos
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
CHOCOLA E MANIA ESPECIALIZADA EM TRUFAS
(71) 8835-3531
AV.SETE DE SETEMBRO SN PORTO DA BARRA
SALVADOR, Bahia
 
Restaurante Kimistura Ltda Me
(75) 3625-3721
av Getúlio Vargas, 2410
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Rs Silva Lanchonete e Restaurante
(75) 3221-7400
av Eduardo Fróes Mota, s/n
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Restaurante Tudo a Kilo
(75) 3221-4479
r Marechal Deodoro, 424
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
J. M. Sant'anna Moreira - O Abafadinho
(75) 3225-8803
r João XXIII,Papa, 716, Lj, Jd Acácia
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
GUST NATURRE POINT DO ACARAJÉ LIGHT
073 32114788
RUA DA FRENTE 391 ANTIQUE
ITABUNA, Bahia
 
Sindicato de Hotéis Restaurante Bares e Similares de Feira de Santana
(75) 3223-7522
r Br Rio Branco, 1348, sl 102
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Moreli Bar Restaurante Ltda
(75) 3625-3785
Av. Getulio Vargas, 2120
Feira de Santana, Bahia
 
Restaurante Tábua de Carne
(75) 3622-3742
r São Domingos, 793 A An 1 Santa Mônica
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Insumos Orgânicos: Os avanços do setor

Foi ao longo dos últimos 20 anos, que surgiu e se consolidou um novo mercado para fabricantes e fornecedores de produtos destinados ao setor
agrícola, disponibilizando uma linha de produtos que vem revolucionando o setor: substratos, condicionadores de solo, biofertilizantes, compostos e fertilizantes orgânicos.

Os substratos para plantas teve uma forte aliada ainda no final da década de 80, impulsionada pela estrutura da finada Cooperativa Agrícola de Cotia - CAC, que difundiu seu conceito entre produtores rurais que a época penavam para produzir suas mudas em misturas com terra utilizando-se de copinhos de papel jornal ou saquinhos plásticos. Naquela época sequer existiam os viveiristas profissionais. Poucos produtores ousavam produzir em estufas, equipamentos e tecnologias para irrigação destinados a estefim ainda estavam chegando ao mercado, enfim, o enxoval tecnológico para um produtor de mudas ainda era muito incipiente. Se as mudas não germinassem, diria Henfil, "valeu a intenção das sementes".

Também na década de 80, a mesma CAC e diversas outras empresas pioneiras e visionárias deram importante contribuição na difusão e ampliação do uso e manejo da matéria orgânica no preparo do solo e cultivo de plantas. Com surgimento de diversas associações ecológicas e de agricultura orgânica este ideário ganhou ainda mais força. Com isso, um mercado de produtos einsumos naturais foi crescendo e se cristalizando. Humus de minhoca, o composto orgânico, fertilizantes orgânicos (farinha de osso, torta de mamona, bokashi), biofertilizantes e substratos para plantas começaram a ganhar espaço nas prateleiras de lojas e cooperativas agropecuárias, gardens centers e até supermercados.

No entanto, este crescimento deu-se de forma desordenada, ao largo de um conjunto de normas que padronizasse uma linguagem no mercado, permitindo que produtores tirassem o maior proveito possível do potencial de cada produto. Ao longo deste tempo, o único ponto de convergência entre fabricantes e usuários foi o próprio mercado. Para compor este quadro de desencontros, temos de um lado as empresas fabricantes, que não conseguiram encontrar um meio eficiente e massivo de se comunicar com seus consumidores, informando-o da melhor maneira sobre seu produto e recomendações de uso e de outro o governo, que não acompanhou a evolução deste mercado e não estabeleceu ou adequou normas para fabricação e comércio destes produtos.

Para resolver ou amenizar estes desencontros, somente as empresas se organizando para, em conjunto com o governo e sociedade civil, buscar padronizar uma linguagem e estabelecer normas de fabricação e comercialização de seus produtos além de meios de comunicação e informação eficazes para o mercado consumidor.

Duas notícias que podem alterar este quadro: uma boa outra melhor ainda.

A boa é que no final do ano passado, um grupo de empresas de substratos, biofertilizantes, fertilizantes orgânicos e condicionadores de solo empenhadas em mudar esta situação, se reuniu e fundou sua entidade: a ABISOLO.

A ótima é que no dia 14 de janeiro deste ano, o Ministro da Agricultura assinou um novo Decreto que estabelece normas gerais para registro, padronização, classificação e fiscalização da produção e do comércio defertilizantes, corretivos, inoculantes e biofertilizantes. A partir da regulamentação do mesmo é que empresas fabricantes de diversos produtos que antes não tinham possibilidade de registro,como substratos ebiofertilizantes, poderão fazê-lo, possibilitando sua produção e comercialização com fornecimento de garantias dos mesmos a seusconsumidores, desejo antigo de todo o setor.

Desde então, a ABISOLO vem realizando diversos encontros setoriais, definindo e apresentando propostas junto ao Ministério da Agricultura para elaboração de um conjunto de normas factível, adequado a realidade e eficiente, que com certeza irão contribuir em muito para corrigir distorções na indústria e no mercado.

Até o presente momento, apenas as normas de corretivos, que incluem os condicionadores de solo, foram publicadas e a expectativa é que até o final deste ano todo o conjunto de normas que abrangem o setor sigam este mesmo caminho. Diversas empresas, daqui e do exterior, aguardam ansiosas por este momento, a fim de realizar novos investimentos que com certeza irão contribuir para fortalecer nossa cada vez mais forte agricultura, agregando qualidade aos nossos altos padrões de produtividade.

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Fonte: Eng. Agrônomo Carlos A P. Mendes

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