Importância da educação ambiental Itabuna, Bahia

Educação Ambiental é um novo conceito de educação voltada para a sustentabilidade do ambiente e da sociedade. A problemática do lixo é uma questão urgente e essencial para a qualidade de vida. Informe-se mais aqui.

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Importância da educação ambiental

 1 INTRODUÇÃO

A educação é um processo contínuo e duradouro, o processo de aprendizagem é um fator relevante na formação do sujeito e da cidadania, pois o processo de aprendizagem tem início quando o indivíduo nasce e só termina quando a vida cessa, pois a aprendizagem acontece de modo permanente durante a vida doméstica, escolar e social. Permanecendo durante todo o tempo em que a mente se mantenha ativa.

A escola depois do advento dos PCN`s Parâmetros Curriculares Nacionais tem a função de formar um cidadão critico e atuante. Sendo assim, a cidadania é fator relevante, mas educar para a cidadania não é um processo fácil que acontece de um tempo para outro, pois envolve muitos fatores ambientais, sociais e educacionais. A educação ambiental é importante na sociedade de risco que se tem atualmente, a crise ambiental, o aquecimento global, o aumento da população mundial e outros fatores intrínsecos a sociedade contemporânea.

Educar para a sustentabilidade e a cidadania planetária é o novo desafio da educação, a sociedade atual se ver forçada a pensar sobre a sua existência e os impactos que causa ao ambiente e, sobretudo, suas conseqüências se faz necessário discutir a educação sustentável a partir da educação para o consumo consciente, esse é o primeiro passo a sustentabilidade da sociedade como um todo.

O presente trabalho tem o objetivo de verificar a importância da educação ambiental para a sociedade sustentável, bem como investigar o surgimento da educação ambiental e a necessidade de se ter uma educação de qualidade voltada para a sustentabilidade através do consumo responsável e da produção consciente.

Para a realização deste trabalho utilizou-se a pesquisa bibliográfica baseada em Beuren, et. al. (2003, p.86) que constitui parte da pesquisa descritiva ou experimental, quando objetiva recolher informações e conhecimentos prévios de um problema para o qual se procura resposta ou acerca de uma hipótese que se quer experimentar. A pesquisa bibliográfica é parte obrigatória por ser ela de natureza teórica, e é por meio dela, que tomamos conhecimento sobre a produção cientifica existente.

O material consultado na pesquisa bibliográfica abrange todo referencial já tornado público em relação ao tema em tela como: registros em revistas, livros, sites da internet, bem como outras fontes indicadas pela orientadora dessa pesquisa.

As mudanças climáticas, a utilização dos recursos naturais de modo irresponsável e a identificação do papel do homem neste contexto foram os fatores motivadores para realização deste artigo.

2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A SUSTENTABILIDADE

Educação Ambiental é um novo conceito de educação voltada para a sustentabilidade do ambiente e da sociedade que se ver as voltas com problemas ambientais que podem ser revertidos, bem como outros que não podem mais ser modificados. Neste contexto, a mudança de hábitos e paradigmas tem a escola como principal meio de difusão para a melhoria da qualidade de vida das pessoas em geral.

Ainda existe muita confusão com relação aos conceitos básicos da ecologia, por isso é preciso mostrar que ser ecológico ou estudar ecologia não precisa slogans do tipo, “salve o planeta”, “não preciso do meio ambiente quero ele interiro”

Com relação a educação ambiental no Brasil ainda é preciso orientações sobre a prática da educação ambiental, pois a mesma deve ser voltada para a mudança de postura, hábitos e paradigmas para a sustentabilidade ser uma realidade. Em outras palavras é preciso que uma diretriz que seja voltada para o exercício da educação ambiental na formação da cidadania.

 Uma possibilidade é assumir a transformação individual como meio para a sociedade brasileira atingir, ao longo de um certo tempo, uma conduta ambientalmente responsável (transformar-se para transformar). Um outro direcionamento, ao contrário do anterior, considera a transformação individual como decorrente do engajamento do sujeito num projeto coletivo para construção de práticas sociais ambientalmente saudáveis (transformar-se transformando).

Durante milhares de anos o homem fez uso dos recursos naturais de forma irresponsável, tinha-se a falsa idéia de que todos os recursos incluindo a água eram renovável e inesgotável, porém a realidade tem mostrado outras realidades muitas delas não promissora.

Mas a partir da revolução industrial ocorrida no final do séc. XIX houve uma grande transformação na quantidade e na composição dos resíduos gerados pela sociedade. É possível lembrar que a destruição da natureza ou da base material da produção caracteriza a crise ecológica como uma crise de civilização

 De acordo com Vieira (2002, p.32) "as teorias de desenvolvimento econômico do século XX, assim como as políticas econômicas decorrentes, sempre ignoraram a condicionalidade ambiental, considerada apenas uma externalidade". 

A problemática do lixo é uma questão urgente e essencial para a qualidade de vida no planeta. O crescimento desordenado das grandes cidades provocado pela expansão da atividade industrial ocasiona impactos ambientais seríssimos, prejudicando as condições de saúde da população urbana. Os problemas causados pelo lixo quando descartado em local inapropriado é um fator que pode causar problemas de saúde a uma população inteira, partindo do principio que até mesmo os recursos naturais são contaminados e que o homem está localizado no topo da cadeia alimentar, isso implica que o homem é o principal agente conataminante e o principal agente sofredor das conseqüências da sua imprudência.

A idéia de preservação ambiental começou na Europa com o início das atividades industriais e os impactos causados por ela. Este cenário promoveu o surgimento da necessidade de contemplação da natureza, e o início de uma consciência ecológica que impulsionou algumas discussões de como conservar as áreas representativas da vida natural no planeta, começando pela necessidade de um consumo sustentável.

(FURRIELA, 2001, p. 34) Ressalta que:

Entende-se por consumo sustentável o consumo de bens e serviços promovido com respeito aos recursos ambientais, que se dá de forma que garanta o atendimento das necessidades das presentes gerações, sem comprometer o atendimento das necessidades das futuras gerações. A promoção do consumo sustentável depende da conscientização dos indivíduos da importância de tornarem-se consumidores responsáveis. Depende ainda de um trabalho voltado para a formação de um “consumidor-cidadão.

Esse trabalho educativo é essencialmente político, pois implica a tomada de consciência do consumidor do seu papel de ator de transformação do modelo econômico em vigor em prol de um novo sistema, de uma presença mais equilibrada do ser humano na Terra. O consumidor é ator de transformação, já que tem em suas mãos o poder de exigir um padrão de desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente equilibrado.

A contextualização é a forma de integrar a educação ambiental no contexto da comunidade do local onde será aplicada. Este contexto é cultural, social, laboral, religioso, técnico e científico.

Segundo Layrargues (1992) atualmente não é mais possível entender a educação ambiental no singular, como um único modelo alternativo de educação que simplesmente se opõe à educação convencional, que não é ambiental. Há novas denominações para conceituar Educação ambiental cunhadas a partir do final da década de 80 e início da de 90. Entre essas: alfabetização ecológica, educação para o desenvolvimento sustentável, educação para a sustentabilidade, ecopedagogia e educação no processo de educação ambiental.

Entendemos que a Educação Ambiental decorre de uma percepção renovada de mundo; uma forma integral de ler a realidade e de atuar sobre ela. Nesse novo paradigma, a proposta educativa envolve a visão de mundo como um todo e não pode ser reduzida a apenas um departamento, uma disciplina ou programa específico. Ela deve estar inserida na vida e no cotidiano de todos os indivíduos.

Educação Ambiental é uma proposta de filosofia de vida que resgata valores éticos, estéticos, democráticos e humanistas. Seu objetivo é assegurar a maneira de viver mais coerente com os ideais de uma sociedade sustentável e democrática. Conduz a repensar velhas fórmulas e a propor ações concretas para transformar a casa, a rua, o bairro, as comunidades. Parte de um princípio de respeito à diversidade natural e cultural, que inclui a especificidade de classe, de etnia e de gênero, a educação deve ser o portal para o desenvolvimento sustentável e essa sustentabilidade é o novo paradigma do desenvolvimento econômico e social. (CAMARGO, 2002, P. 22)

Antes de se iniciar a conceituação do desenvolvimento sustentável como um novo paradigma de desenvolvimento, convém explicitar o que se entendia e de certa forma ainda se entende por desenvolvimento até então. É preciso traçar um breve panorama da evolução ou do retardo das teorias de desenvolvimento estabelecidas nas últimas décadas.

De um lado, o significado de desenvolvimento confunde-se com a idéia de progresso originada do Iluminismo, traduzindo-se no sentimento de "autonomia do homem em face à natureza e sua confiança na capacidade de usar a mesma em seu benefício" (CASTRO, 1996). De outro, a idéia-mestra de desenvolvimento encontra-se fundamentada no conceito de progresso como paradigma ocidental do desenvolvimento. Na verdade, trata-se da crença de que o “desenvolvimento é o processo de crescimento de uma economia, ao longo do qual se aplicam novas tecnologias e se produzem transformações sociais, que acarretam uma melhor distribuição da riqueza e da renda” (CECI/MDU/UFPE, 1995).

Segundo Cavalcante (1998, p.47), a origem do paradigma da sustentabilidade do desenvolvimento, na opinião de alguns estudiosos do assunto, aconteceu em 1923 no Primeiro Congresso Internacional para a Proteção da Natureza, quando se discutiu a "urgência da proteção à natureza e da relação necessária e imediata da ecologia com o desenvolvimento sócio-econômico". Desde então, inicia-se uma corrida na "tentativa de se reduzir as relações conflituais entre natureza/meio ambiente e desenvolvimento sócio-econômico".

A causa fundamental do problema do lixo situa-se na existência de padrões de produção e consumo não sustentáveis, o que leva ao aumento, em um ritmo sem precedentes, da quantidade e da variedade dos resíduos persistentes no meio ambiente. Essa tendência, segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), pode triplicar ou quadruplicar a quantidade de resíduos sólidos gerados até 2025, necessitando de uma abordagem preventiva centrada na transformação do estilo de vida e dos padrões de produção e consumo, o que ofereceria maiores possibilidades de inverter o sentido das tendências atuais. (Agenda 21)

A problemática do lixo é uma questão urgente e essencial para a qualidade de vida no planeta. O crescimento desordenado das grandes cidades provocado pela expansão da atividade industrial ocasiona impactos ambientais seríssimos, prejudicando as condições de saúde da população urbana.

O capitalismo que é o regime de governo adotado pela grande maioria dos país em todo o mundo é a principal fonte da produção de impactos ambientais, hoje se corre sérios riscos devido a produção e o consumo de recursos naturais de modo desordenado, os pais em desenvolvimento acabam pagando com as suas riquezas naturais o luxo dos paises desenvolvidos, esse sistema é feroz e hostil.

3 A PRECARIDADE DA EDUCAÇÃO E A CRISE CAPITALISTA

A educação é um elemento fundamental para o desenvolvimento de uma nação, no Brasil a carta magna afirma que a educação é um direito de todos e um dever do estado, mas o que se percebe pé que existe uma disparidade entre o ensino de qualidade pago, e o ensino público oferecido pelo governo.

A exclusão é a principal característica desse sistema, pois impõe barreiras para entre os pobres e ricos, uma vez que o ensino de qualidade não é uma regra, mas está intimamente relacionado com o poder aquisitivo, gerando assim um ciclo vicioso, pois quem pode ter a educação de qualidade implica em ficar com os melhores empregos e renda, logo, a educação no Brasil consiste na preparação para mão-de-obra, gerando um desconforto e um abismo dentro da sociedade, entre os cidadãos.

Essa idéia de preparação de mão-de-obra, obviamente, está voltada muito mais ao campo técnico do que propriamente humano. A preocupação com que o trabalhador aprenda a ler, escrever e contar não tem nada de edificante ou humanitário, muito menos filantrópico. Para citarmos alguns exemplos, o aprendizado da leitura pode ser para poder manusear qualquer manual de instruções; escrever, para poder emitir um relatório de produção, e contar para não colocar uma unidade a mais do produto na embalagem. Esta mentalidade é o supra-sumo da exploração capitalista.

Para Marx a idéia é de que a sociedade está dividida em classes, cada uma com suas regras e condutas apropriadas, mas que estão inseridas em um único sistema que é o Modo de Produção Capitalista. A divisão social do trabalho é para Marx “a totalidade das formas heterogêneas de trabalho útil, que diferem em ordem, gênero, espécie e variedade” (O Capital I, Cap.I). Marx considera a divisão do trabalho não só como um meio para se alcançar a produção de mercadorias, mas considera a divisão de tarefas ente os indivíduos e ainda nas relações de propriedade. Ou seja, a divisão do trabalho e a especialização das atividades em classes é, basicamente a divisão dos meios de produção e da força de trabalho.

Marx defende que o proletariado e sua alienação consiste da divisão do trabalho e da forma de dominação burguesa, pois o Estado é criado e favorece a burguesia para que essa possa atingir os seus objetivos, neste contexto o direito jurídico consiste em um meio de igualdade entre os homens que na verdade não existe, pois essa igualdade se mostra na divisão do trabalho e na diferença entre as classes sociais de forma desigual e desumana.

De acordo com Marx (1993, p72):

As idéias da classe dominante são, em cada época, as idéias dominantes; isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade e´, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios de produção material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de produção espiritual, o que faz com a ela sejam submetidas, ao mesmo tempo e em média, as idéias daqueles aos quais faltam os meios de produção espiritual. As idéias dominantes nada mais são do que a expressão ideal das relações materiais dominantes, as relações dominantes concebidas como idéias; portanto, a expressão das relações que tomam a classe dominante; portanto as idéias de sua dominação.

Quanto ao pensamento de Marx, se pode entendê-lo como uma tentativa dele próprio de compreender a sociedade capitalista através da “luta de classes”, onde a minoria (capitalista) dita as regras para o viver e pensar da minoria (trabalhadores).

A distância e as contradições cada vez maiores entre os que detêm os instrumentos para a produção e os que têm apenas sua força de trabalho, constituem, assim, duas classes básicas, cada vez mais polarizadas, que se transformam no seu objeto de estudo sociológico.

O conflito antagônico, resultante das desigualdades econômicas destas duas classes (opressores e oprimidos) é para Marx o ponto chave das sociedades industriais modernas, onde esses setores opostos, em seu processo de interação, buscam uma solução para as tensões resultantes de suas diferenças, ainda que exista uma manipulação de idéias com o único intuito de engrupir o povo, através da alienação política e cultural, para que este não perceba o vínculo entre o poder econômico e o poder político que irá influenciar na qualidade de vida de todos.

Para Marx, o grau de desenvolvimento (justiça social) de uma sociedade é medido a partir das relações sociais que envolvem os meios de produção e as forças produtivas, levando-se em consideração a “divisão do trabalho” e a interdependência correlata a esta, através da análise crítica do que produzem e como produzem, determinando, desta maneira, o ser. O homem, na interação com a natureza e outros homens, procuram suprir suas carências, determinando o que produzir e como produzir, provocando a transformação da sociedade, na busca constante por melhores condições de vida.

Na teoria marxista, o modo de produção oferece elementos para caracterizar as sociedades e analisar as suas transformações. No processo de trabalho, os homens criam determinadas relações entre eles (relações de produção), que, juntamente com a capacidade de produzir (forças produtivas), constituem o modo de produção. O nível de desenvolvimento dessas forças produtivas materiais e as relações de produção correspondentes determinam, de acordo com Marx e Engels (1982), os diferentes tipos de sociedade. As relações de produção modelam, portanto, a estrutura social e a repartição da sociedade em classes. Quando as condições materiais de produção mudam, também se alteram as relações entre os homens que ocupam a mesma posição na sociedade de classes.

Portanto, desde o início o papel da educação é de importância vital para romper com a tradição predominante nas escolhas políticas do estado e da burguesia que seu interesse de classe, pois também esta contraconsciencia exige a participação concisa da sociedade, que vai muito além da luta econômica pela sobrevivência.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho mostra a necessidade de ter uma educação voltada para a cidadania e a sustentabilidade, a necessidade urgente de mudar hábitos milenares e a construção de novos paradigmas educacionais são, fatores relevantes para a formação do cidadão critico e atuante a qual a escola tem a pretensão de formar. O planeta passou por mudanças significativas devido ao impacto causado pela ação antrópica e esses impactos são sinais de que o homem não tem tratado o ambiente com o devido respeito.

A traversalidade, a interdisciplinaridade e a sustentabilidade devem ser sempre incluídas nos currículos escolares e trabalhados de modo a reverter o quadro que se tem de cidadania. O consumo responsável deve ser instigado, não que precise parar de consumir, mas consumir de modo responsável é fundamental para uma população que cresce vertiginosamente.

Neste contexto a educação ambiental tem papel relevante e deve está incluso de modo mais abrangente, hoje é preciso mudar individulamente para se mudar a coletividade, ou seja, é preciso agir localmente e pensar globalmente, pois a coletividade o principal eixo das grandes mudanças seja elas, sociais, intelectuais e educacionais, o homem precisa aprender a dividir, a sociabilizar principalmente o conhecimento.

O papel do educador é trabalhar pequenas mudanças diárias que podem fazer a diferença na sociedade capitalista que se tem atualmente.

REFERÊNCIAS

BEUREN, Ilse Maria; et.all. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade. Teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2003.

CAMARGO, Ana L. de B. As dimensões e os desafios do desenvolvimento sustentável: concepções, entraves e implicações à sociedade humana. Florianópolis, 2002. 197f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, 2002.

CASTRO, Manuel Cabral de. Desenvolvimento Sustentável: “A Genealogia de um Novo Paradigma”. In: Revista Economia & Empresa. São Paulo, v.3, n.3, p. 22- 32, jul./set. 1996.

 

CAVALCANTE, Enoque Gomes. Sustentabilidade do desenvolvimento: fundamentos teóricos e metodológicos do novo paradigma. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 1998.

Conferência das Nações sobre Maio Ambiente e Desenvolvimento; Resumo Agenda 21; Fundação Pró-Cerrado; 114 p.; 1993.

FURRIELA, R.B.; Educação para o consumo sustentável, IN: Ciclo de palestras sobre meio ambiente / Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : MEC ; SEF, 2001.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Anuários Estatísticos do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2000.

LAYRARGUES, P.P. Educação no processo de gestão ambiental. IN: SIMPÓSIO SUL BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, 1. Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental, Semana Alto Uruguai do Meio Ambiente. Erechim: RS Anais. Erechim: EdiFAPES, 2002.

MARX, Karl. Manifesto do Partido Comunista. 6ª ed., Petrópolis: Vozes: 1993.

_____________ O Capital: crítica da economia política. 22ª ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004. (2 volumes)

VIEIRA, Paulo Freire e WEBER, Jaques (orgs) Gestão de Recursos Naturais Renováveis e Desenvolvimento. São Paulo: Cortez Editora, 2002.

 

Ana Débora Mascarenhas

Engenheira agronoma, especialista em Educaçõ Ambiental, e licenciada em biologia

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