Hipóteses de Alfabetização para Crianças Manaus, Amazonas

A criança busca a aprendizagem na medida em que constrói o raciocínio lógico. Veja cinco níveis que analisaremos neste artigo. Leia o artigo abaixo para mais informacoes.

SESI - Serviço Social da Indústria - AM
8009-27878
av Getúlio Vargas, 1116, An 1, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Instituto de Educacao e de Pesquisas de Opiniao Publica Ltda
(92) 3633-5977
av Joaquim Nabuco, 1032, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
SENAC - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
(92) 3216-5779
r Darcy Vargas, 288, Chapada
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
A L Educacao Em Saude e Comercio de Livros Ltda - Epp
(92) 3234-3763
av Tarumã, 632, Cs A, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Centro de Cultura Americana Ltda Sc
(92) 3233-1323
r João Valério, 280, N S das Graças
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Centro de Ensino Preparatorio Aufiero S/c Ltda. - Cepra
(92) 3232-7014
r Belo Horizonte, 1050, Adrianópolis
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Centro de Ensino Pesquisa e Pos-graduacao do Norte
(92) 3633-5422
r Lima Bacuri, 72, A, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Fundacao de Apoio A Educacao Tecnologica Jose Dantas Cavalcante
(92) 3249-2098
al Cosme Ferreira, 8045, Aleixo
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Elson Vicente Batista
(92) 3644-1304
r Guilherme Moreira, 297, An 3 Sl 24, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
CEFET - AM
(92) 3621-6700
av Sete de Setembro, 1975, Centro
Manaus, Amazonas

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Hipóteses de Alfabetização para Crianças

Por acreditarem que a criança busca a aprendizagem na medida em que constrói o raciocínio lógico e que o processo evolutivo de aprender a ler e escrever passa por níveis de conceitualização que revelam as hipóteses a que chegou a criança, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky definiram , em seu Psicogêne da Língua Escrita, cinco níveis:
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
• Nível 2: Intermediário I;
• Nível 3: Hipótese Silábica;
• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
• Nível 5: Hipótese Alfabética.

A caracterização de cada nível não e determinante, podendo a criança estar em um nível ainda com características do nível anterior. Essas situações são mais freqüentes nos níveis Intermediários I e II, onde freqüentemente podemos nos deparar com contradições na conduta da criança e nos quais se percebe aa perda de estabilidade do nível anterior e a não estabilidade no nível seguinte, evidenciando o conflito cognitivo.
• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica;
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;
• Nível 2: Intermediário I;
A criança:
- começa ater consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.
• Nível 3: Hipótese Silábica;
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.

• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II;
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.
• Nível 5: Hipótese alfabética.
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.
A alfabetização não é mais vista como sendo o ensino de um sistema gráfico que equivale a sons. Um aspecto que tem que ser considerado nessa nova perspectiva e que a relação da escrita com a oralidade não é uma relação de dependência da primeira com a segunda, mas e antes uma relação de interdependência, isto e, ambos os sistemas de representação influenciam-se igualmente.
Temos então que a concepção que em geral se faz a respeito da aquisição da linguagem escrita, corresponde a um modelo linear e "positivo" de desenvolvimento, segundo o qual a criança aprende a usar e decodificar símbolos gráficos que representam os sons da fala, saindo de um ponto 'x' e chegando a um ponto 'y'.
O dia a dia apresentado pelos alunos que ingressam nas séries iniciais, mostra-se preocupante, considerando que a cada momento, o educador encontra-se diante de alguns obstáculos, principalmente quando se refere à leitura e suas interpretações.Essa dificuldade embora comuns, se difunde em outras, como interpretação de textos, ditado, cópia e etc..., o que numa linguagem atual se reporta às técnicas de redação. Entende-se que cada aluno apresenta sua dificuldade, alguns tem bloqueios para escrever, expressar suas emoções, falar etc. Nesse contexto, o professor precisa estar atento a essas dificuldades, a fim de criar mecanismo para seu enfrentamento, reconhecendo que na fase inicial, a criança absorve o que lhe é repassado e incorpora valores que no decorrer da vida escolar, se contemporizam com outros, podendo gerar conflito ou dificuldades.

Sobre o Autor
Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Amazonas. Cursando Especialização em Psicopedagogia Clinica e Institucional. Professora de Educação Infantil pela rede municipal de ensino.

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