Filme ultrafino é grande avanço para eletrônica flexível Maracanaú, Ceará

A eletrônica flexível o tipo que pode ser usado em roupas inteligentes, ou em telas dobráveis capazes de fazer da leitura do jornal online. O grafeno é formado por um fino filme de átomos de carbono e tem propriedades capazes de fazer os engenheiros eletrônicos desmaiarem de emoção. Veja mais no artigo abaixo.

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Filme ultrafino é grande avanço para eletrônica flexível

Eletronica Flexivel, Grafeno, A eletrônica flexível – o tipo que pode ser usado em roupas “inteligentes”, por exemplo, ou em telas dobráveis capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coreia do Sul relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.

Em um artigo publicado na “Nature”, Jae-Young Choi, do Instituto Avançado de Tecnologia da Samsung, Keun Soo Kim e Byung Hee Hong, da Universidade Sungkyunkwan, e colegas, descrevem uma técnica para produzir eletrodos finos e flexíveis a partir de grafeno.

O grafeno é formado por um fino filme de átomos de carbono (os “tijolos” do grafite usado nos lápis) e tem propriedades capazes de fazer os engenheiros eletrônicos desmaiarem de emoção. Todavia, fabricar lâminas de grafeno em um tamanho prático tem se mostrado um problema.

Os pesquisadores usaram um processo chamado deposição de vapor químico, no qual gás metano misturado com hidrogênio e argônio flui sobre uma lâmina de níquel em alta temperatura, depositando os átomos de carbono e do metano no níquel.

Ao resfriar a lâmina rapidamente, somente algumas camadas de grafeno são obtidas. Assim grafeno pode ser modelado ao se moldar o níquel primeiro.

Ao riscar o níquel, os pesquisadores se viram diante de um filme ultrafino de grafeno que poderia ser facilmente transferido a um substrato diferente, como plástico flexível.

Além de ser quase transparente e ter propriedades elétricas excelentes, os filmes não são afetados quando dobrados ou esticados. Os pesquisadores afirmam que o processo é escalonável, então filmes relativamente grandes poderiam ser produzidos.

Fonte: G1

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