Estude a origem do comércio internacional Itabuna, Bahia

Compreenda como a Revolução Industrial marcou o desenvolvimento dos países. Analise como foi iniciado o processo de capitalização. O artigo aborda a ordem do comércio internacional e o significado dela para a formação dos países ricos.

Centro de Formacao de Condutores Era Nova Ltda
(71) 3264-3050
r Odilon Santos, 205, Shopping Rio Vermelho Sl 109, Rio Vermelho
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Icc Instituto de Consultoria Para Concursos Ltda
(71) 3328-2044
r Junqueira Ayres,Cons, 41, Barris
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
saude do trabalhador
(73) 8848-1985
Av Marinalva S/N
Ubatã, Bahia
 
Centro de Formacao de Condutores Abc Ltda
(71) 3312-3165
lgo Calçada, s/n, Ed Vazquez An 1 Sl 128, Calçada
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Casa dos Concursos Servicos Ltda
(71) 3346-1031
r Mato Grosso, 362, Pituba
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Centro de Formacao de Condutores Quintella Ltda
(75) 3221-5093
r Almiro,Comdt, 475, Sl 3, Kalilândia
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Cedaspy
(71) 3321-2599
r Carlos Gomes, 265, An 2 Sl 201, Dois de Julho
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Talent Informática e Idiomas
(73) 3282-1132
Rua Perpedigno Ricaldi, 187
Santa Cruz Cabrália, Bahia
 
Vip Informatica Ltda
(75) 3221-5710
r Leonídio Rocha,Prof, 314, Centro
Feira de Santana, Bahia

Dados Divulgados por
Cefet Bahia
(71) 2102-9400
r Emídio dos Santos, s/n, Sn, Baixa de Quintas
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Estude a origem do comércio internacional

A Revolução Industrial do século XVIII promoveu dois fenômenos muito importantes: ao primeiro, atribui-se a imigração e ao segundo, o afluxo de matérias primas. Então, de pessoas para fora e de mercadorias para dentro é o que se entende por Revolução Industrial, haja vista ter sido este o processo de capitalização inicial que alimentou o desenvolvimento industrial do que hoje conhecemos como países ricos. Incluiu-se também, em alguns casos, a mão-de-obra escrava. Liverpool, na Inglaterra, foi um grande pólo de comércio de negros escravos.

 

O mais importante aí é perceber como o desenvolvimento econômico dos países ricos foi se desenhando. Se, inicialmente, o processo de capitalização – a pilhagem de recursos amplamente defendida pelos mercantilistas desde o século XVI, foi o que elevou aos poucos os padrões de produção e de consumo das nações ricas, é bem verdade que, de outro lado, o processo de descapitalização material e humana foi se desenvolvendo também nas regiões de onde esses recursos saíam.

 

A fase inicial do desenvolvimento industrial em qualquer país sempre foi traumática. Há sempre um quadro de certa forma equilibrado entre demanda e oferta e também a qualidade do que se produz está, em grande parte, diretamente ligada ao artesanato. Com o advento de máquinas e equipamentos em substituição ao trabalho manual, as condições mudaram drasticamente, porque o crescimento se deu muito além das disponibilidades locais. Matérias-primas e alimentos tiveram de ser trazidos em quantidades cada vez maiores de outras regiões a fim de alimentar a continuidade do processo de capitalização em que esses países ricos foram se inserindo.

 

Na Inglaterra, principalmente, os camponeses foram sendo forçados a abandonar a terra para dar lugar à criação de carneiros para a produção de lã e, ao mesmo tempo, oferecer sua mão-de-obra a qualquer preço para a indústria para sobreviverem. Esse quadro evoluiu até chegar ao caos conhecido: homens, mulheres e crianças trabalhando penosamente em condições amplamente desfavoráveis, somado a uma legião de desempregados e miseráveis. A "expulsão" de pessoas na fase seguinte ao processo de capitalização dos países ricos é o que chama a atenção, sobretudo pelo fato de que esses camponeses vão integrar uma poderosa mão-de-obra que inevitavelmente irá progredir, porque irão trabalhar para si mesmos nas novas regiões ocupadas. Ocorre então, o conhecido processo de colonização de povoamento. Vivenciamos em parte, uma colonização de povoamento no Brasil.

 

No início do século passado, observam-se navios abarrotados de pessoas vindas principalmente do Japão, da Alemanha e da Itália, países que atravessavam à época o mesmo processo penoso de industrialização que em sua fase inicial sempre expulsa o excedente de mão-de-obra. Essas colônias vão se instalar e progredir, porque vão trabalhar para si próprias e não para o mercado e sendo assim, o processo de capitalização é contínuo.

 

Assim, deve-se enfatizar que um processo inicial de industrialização só pode nascer e se desenvolver, desde que a renda esteja concentrada. O padrão de trocas, antes equilibrado, passa a se concentrar na atividade industrial e em torno dela própria, em primeiro lugar porque o lucro só pode advir com controle rígido dos custos operacionais, a começar pelos salários pagos e, em segundo lugar, porque o consumo se dará sempre entre os estratos de renda mais alta. Os operários não consomem os automóveis que produzem, nem adquirem os apartamentos que ajudam a construir, nem, muito menos, entregam-se aos bens de consumo duráveis. Para haver produção e consumo, a renda precisa estar concentrada em torno da atividade.

Os graves problemas de ordem social porque passa o Brasil ou qualquer outro país pobre só poderão ser resolvidos a partir do momento em que se considerar uma nova ordem para o comércio internacional, bem como, para a atividade industrial.

Clique aqui para ler este artigo na WebArtigos.com