Gestão de processamento de dados Porto Seguro, Bahia

Compreenda os desafios do processamento de informações empresariais. Ko Lam Ng disserta sobre à segurança, gerência, acesso e preservação da informação. Ele descreve o problema legado e as regulamentações da guarda física dos documentos, com a garantia de autenticidade e rápida disponibilização do conteúdo.

Frenesi BBS
(71) 3243-6013
Pc Tupinambás, 2 Comércio
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Expert Tecnologia de Informação
(71) 3271-5517
av Tancredo Neves, 1632 sl 1312 Caminho das Árvores
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
DATAPREV-Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social
(71) 3321-8800
r José Gonçalves, 120 Centro
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Companhia de Processamento de Dados do Salvador
(71) 3245-5883
r Macapá, 271 Ondina
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Milsoft Informática
(71) 3242-5322
Lad Funil, 169 to Barbalho
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Nível 03 Processamentos e Transmissão de Dados
(71) 3241-5862
r Visc do Rosário, 4 sl 801 Comércio
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Informática Aplicada Projeto Desenvolvimento Gerenciamento Ltda
(71) 3341-3151
av Tancredo Neves, 805 s 902 Caminho das Árvores
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Ampulheta Consultoria e Serviços de Processamento de Dados
(71) 3341-6011
r Ewerton Visco, 342 s 307 Caminho das Árvores
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
MI-Montreal Informática
(71) 3271-5242
av Tancredo Neves, 1632 st 517 sl 515 sc 516 Caminho das Árvores
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Auriga Informática e Serviços
r Itatuba, 201 s 1501 Parque Bela Vista
Salvador, Bahia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Gestão de processamento de dados

Organizacao e Segurança de DadosPor Ko Lam Ng, Gerente de Desenvolvimento de Negócios, da Hitachi Data Systems

Atualmente, o crescente e desenfreado aumento de dados nas empresas causam preocupações consideráveis com relação à segurança, gerência, acesso e preservação da informação. A situação se traduz em maiores riscos, altos custos e níveis de desperdício que acabam gerando um sentimento de frustração pela obrigatoriedade de se manter uma montanha de dados sem conseguir tirar proveito da valiosa informação contida nela.

Para tanto, o processo de arquivamento de dados tornou-se a melhor forma de endereçar essa questão. Certamente, o conceito não é novo, porém ele está mais abrangente, flexível, inteligente e transparente. As empresas que desejam domar seus dados em meio ao crescimento desordenado, melhorar a qualidade e o tempo de entrega da informação ao negócio com redução de custos e riscos devem ponderar sobre quatro questões essenciais:

1) Backup x Archiving – A grande maioria das empresas utiliza o processo de backup para proteger e preservar seus dados por um longo período, mas ele não consegue prover o nível de serviço exigido, pois é uma forma passiva, não-transparente, custosa e arriscada de preservar a informação. O Backup é um método eficiente de manter os dados durante o período em que eles podem ser alterados, portanto em curto prazo. Já o Archiving é um processo que preserva os dados que já não sofrem tantas mudanças ou que já chegaram ao seu estado final e precisam ser mantidos por um período mais longo por razões externas e/ou internas. Feito de maneira correta, o processo atenderá às necessidades de transparência, visibilidade e acessibilidade aos dados dando vida a essa montanha de dados e possibilitando a entrega de informação valiosa ao negócio, de forma menos custosa e arriscada. Backup e Archiving são dois processos separados que atendem necessidades distintas e, portanto devem existir juntos em um ambiente que exige alta demanda como o de TI.

2) A avalanche de dados não-estruturados – Atualmente quase 80% dos dados das empresas, se encontram em formatos não-estruturados e somente os 20% restantes em formato estruturado, contidos em um banco de dados relacional. Alguns exemplos de dados não-estruturados são: e-mails, relatórios financeiros, relatórios e notas fiscais eletrônicas, fotos, vídeos, arquivos Microsoft Office e PDF, imagens de cheque, gravações de voz, exames médicos, extratos bancários, entre outros. Esses dados não-estruturados estão espalhados em grandes e pequenos servidores, estações de trabalho, notebooks, pen-drives, celulares, fitas magnéticas, CDs/DVDs, microfilmes, papéis etc. Essa dispersão implica em sérias dificuldades ou na inexistência de gerenciamento e visibilidade da informação, além de riscos de perda e exposição de informações críticas. Esse risco pode ser diminuído ou eliminado com uma infra-estrutura única e integrada de armazenamento, além de um processo de classificação e migração desses dados não-estruturados, o que os colocaria em um ambiente mais “estruturado”, resultando em ganhos operacionais e maior conhecimento sobre os dados, provendo melhores níveis de serviço e assegurando a disponibilidade e acesso às informações corretas.

3) Sistemas Legado – Um problema detectado que pesa muito no bolso das empresas é a manutenção dos sistemas legado. Esses sistemas guardam informações históricas, que não foram migradas para os novos sistemas, porém precisam ser consultadas. Portanto as empresas têm que mantê-los e essa manutenção, muitas vezes, tem um custo. Além disso, a empresa tem que consultar múltiplos sistemas totalmente separados para conduzir seus processos de negócio. O fato nos remete ao ponto dos backups dos sistemas legados e levanta as questões: Será que os backups, que são mantidos há anos com o intuito de preservar a informação são realmente necessários? Será que não teria sido melhor migrar os dados históricos do sistema legado para o novo? As questões devem ser muito bem analisadas, uma vez que a tarefa de migração dos dados históricos de um sistema legado para um novo é complexa e exige grande esforço. Contudo, deve-se levar em conta a prioridade e o custo/benefício da operação. Mas a decisão torna-se clara e indiscutível quando se entende a necessidade de endereçar imediatamente a preservação dos dados para os sistemas existentes evitando o transtorno deles se tornarem em novos sistemas legado.

4) Regulamentações – No Brasil quando falamos em regulamentações, que exigem a preservação dos dados, remetemos não somente a guarda física dos documentos como a garantia de autenticidade e rápida disponibilização da informação. Com ou sem leis específicas, as empresas são cada vez mais pressionadas a adotar boas práticas de governança da informação e prover maior transparência na forma de fazer negócio, tornando-se um ponto vital para a saúde das companhias, além de ser plausível de altas multas.

São muitos os desafios, os benefícios e as considerações de se implementar uma estratégia e consequentemente uma solução à preservação da informação. Porém é imprescindível que as empresas comecem ou prossigam com esse processo e que efetivamente instituam uma cultura de arquivamento de seus dados que não somente resulte em ganhos operacionais e redução de exposição a processos judiciais e multas, mas que também transforme um gigantesco problema para a TI em uma riqueza de informações para o negócio.

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