Entenda a relação entre excesso de peso e as articulações Manaus, Amazonas

Estudo mostra relação entre excesso de peso e desgaste nas articulações. A osteoartrite é uma doença das articulações que progride lentamente causando perda acelerada de cartilagem. Entenda mais sobre esta doença abaixo.

João BL Botelho
(92) 234-5609
bc Ribeiro, 520, sl 705, Parque 10 De Novembro
Manaus, Amazonas
 
Wellington Sampaio
(92) 236-1672
r Acre, 31, bl 31 b ap 3, Parque 10 De Novembro
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João LP Machado
(92) 232-4559
bc Ribeiro, 620, sl 203, Parque 10 De Novembro
Manaus, Amazonas
 
Paulo MG Lobo
(92) 633-1764
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Antônio Lg Matos
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Roberto O Mello
(92) 232-3915
r C Azevedo, 9, sl 206
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Luciana SM Vieira
(92) 233-1878
r Ferreira, 1297
Manaus, Amazonas
 

Entenda a relação entre excesso de peso e as articulações



Um estudo publicado na edição de agosto da revista científica Radiology mostrou que o sobrepeso e a obesidade podem ter um impacto significativo na artrite, causando um desgaste mais rápido das cartilagens do joelho. A osteoartrite é uma doença das articulações que progride lentamente, mas que pode piorar mais rapidamente em alguns pacientes, causando perda acelerada de cartilagem.

Os pesquisadores da Universidade de Boston, nos EUA, avaliaram 336 pacientes com sobrepeso e que apresentavam risco de osteoartrite, mas que não tinham perda de cartilagem no joelho. Durante 30 meses de acompanhamento, 20,2% tiveram uma lenta perda de cartilagem, e, em quase 6%, esse desgaste era mais rápido.

Segundo as análises, junto com a preexistência de um dano ou lesão na cartilagem, inflamação nas articulações e acúmulo de líquido nas juntas, o sobrepeso e a obesidade estavam associados com uma rápida perda de cartilagem, sendo que para cada unidade a mais no índice de massa corporal (medida do peso em relação à altura) havia um aumento de 11% nas chances de perda rápida de cartilagem.

"Sabemos que a perda de peso é, provavelmente, o fator mais importante para retardar a progressão da doença", declarou o pesquisador Frank W. Roemer, líder do estudo. "Mais estudos terão de mostrar se outras medidas, como vitaminas ou tratamento direcionado das lesões na medula óssea irão ajudar a retardar a progressão", ressalta o especialista, destacando que a doença não tem cura, e deve ter seus impactos reduzidos da forma que for possível.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Portal Educação

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