Conhecendo as normas para o profissional de radiologia São Paulo, São Paulo

Veja uma análise sobre as normas para profissionáis da área de radiologia. A otimização da proteção deve ser aplicada em dois níveis, nos projetos e construções de equipamentos e instalações, e nos procedimentos de trabalho. Aprenda mais normas no artigo abaixo.

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Dimas Andre Milcheski
(55) 5574-0624
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Conhecendo as normas para o profissional de radiologia

Avaliação dos tópicos de qualidade e humanização narealização da radiografia no leito

Evaluationof the quality topics and humanization in the accomplishment of the X-ray inthe stream bed

Lucio José Feitosa

Técnico em Radiologia Médica do setor de Emergência doHospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de São Paulo.

Especialista na descrição da família ocupacional dosoperadores de equipamentos médicos/CBO 2000/FIPE – SP - Ministério do Trabalhoe Emprego.

Pós-graduando do curso de Imagenologia da UniversidadeNove de Julho, São Paulo, Brasil.

Endereço para correspondência:

Tel./ Cel.: 11 9774 4309

E-mail: luciofeitos@uol.com.br

Orientação: Profª. Ana Claudia Camargo

São Paulo, março de 2009.

Avaliação dos tópicos de qualidade e humanização narealização da radiografia no leito

Evaluationof the quality topics and humanization in the accomplishment of the x-ray inthe stream bed

RESUMO

Nas últimas décadas tem ocorrido mundialmente umsignificativo aumento da incidência dos padrões de qualidade baseados emconceitos humanitários. Não obstante, as metas propostas pelas corporaçõesfazem com que os profissionais deixem de observar tópicos básicos derelacionamentos interdisciplinares, causando mal estar entre equipes distintas.Este artigo objetiva descrever os fundamentos para uma reavaliação daspremissas que envolvem o atendimento de pacientes internados sem condições delocomoção aos locais de áreas controladas, ou seja, os leitos são áreas nãocontroladas e por isso, alguns critérios de cuidados mínimos deixam de serobservados. As informações sobre proteção radiológica não são difundidas paraas equipes multidisciplinares. Os profissionais que estão dando assistência aopaciente no momento o exame ficam receosos do perigo à exposição dos raios-X e,com isso, deixam o local em busca de proteção. Assim sendo, o profissional emradiologia realiza o posicionamento em condições desfavoráveis por estarsozinho, correndo risco de causar algum acidente grave na manipulação indevidados pacientes.

Palavras chaves: Raios-X no leito, Segurança eHumanização.

ABSTRACT

In the lastfew decades a significant increase of the incidence of the based standards ofquality in humanitarian concepts has occurred world-wide. Not obstante, thegoals proposals for the corporations make with that the professionals leave toobserve basic topics of relationships multidiscipline, badly causing to bebetween distinct teams. This objective article to describe the beddings for areevaluation of the premises that involve the attendance of patients internedwithout conditions of locomotion to the places of controlled areas, that is,the stream beds are not controlled areas and therefore, some criteria ofminimum cares leave of being observed. The information on radiologicalprotection are not spread out teams to them. The professionals who are givingto assistance to the patient at the moment the examination are distrustful ofthe danger to the exposition them X rays and, with this, they leave the placein protection search. Thus being, the professional in radiology carries throughthe positioning in favorable conditions for being alone, running risk to causesome serious accident in the improper manipulation of the patients.

Keywords: Rays- X in the stream bed,Security, Humanization.

1. Introdução

Este artigo objetiva descrever os fundamentos para umareavaliação das premissas que envolvem o atendimento de pacientes internadospara a realização de radiografia no leito, considerando que os locais fora dosetor de radiologia são áreas não controladas sob os aspectos de segurançaenvolvendo salas com diâmetro acima de 20m², blindagem nas paredes, luzes desinalização, distância mínima de 2,5m² entre o tubo de raios-X e a cabine deproteção, onde os profissionais de radiologia efetuam o acionamento e disparodas técnicas apropriadas. Dentre esses conceitos de proteção está a nãopermanência de acompanhantes, exceto quando o paciente necessita de suporte,porém é imprescindível o uso de protetores de chumbo (avental, colar e luvas)que protejam o pescoço, tórax e o abdômen dos indivíduos que estarão auxiliandocomo uma conduta de segurança. Os exames realizados fora desse ambientecontrolado não oferecem segurança visível, exceto a distância da fonteradiográfica (aparelho móvel), técnicas apropriadas, podem ser aplicadasdiminuindo o campo de radiação espalhada, para tal o fechamento do campo a serradiografado através dos colimadores do feixe de Raios X, como também adiminuição dos valores estipulados nas grandezas KV e mAs, sem que essadiminuição interfirana qualidade final dos exames. Somado a essas alternativas,destaque ao uso dos protetores de chumbo, itens do conhecimento e experiênciado profissional de radiologia. A realização da radiografia no leito encontrauma série de obstáculos que dificultam o trabalho desse profissional. Nosúltimos anos, a aplicação dos conceitos de qualidade impera na padronização dosserviços, protocolos de atendimento, métodos de análise e conjecturas depostura profissional norteiam a forma correta no atendimento aos pacientes. Asequipes multiprofissionais sofrem com sobrecarga de trabalho e todos osprofissionais envolvidos na realização desse exame, exceto o profissional daradiologia, desconhecem as informações acerca da segurança na realização dasradiografias. Os profissionais de apoio das enfermarias, receosos da exposiçãoaos raios-X e suas conseqüências amplamente divulgadas como perigosas à saúdehumana, deixam o local de trabalho em busca de proteção, de forma que oprofissional em radiologia executa as manobras de posicionamento do chassi(placa)contendo filme radiográfico sozinho, podendo desconectar sondasnasogástricas e ureterais; e intracaths (cateter que dá acesso asartérias da região cardíaca), o que pode levar ao estubamento do paciente, ouseja, a retirada do tubo cilíndrico inserido dentro da traquéia para auxiliomecânico da respiração, em conseqüência da manipulação do paciente para adequara região a ser estudada ao tamanho do chassi.A observação dosprocedimentos de segurança e trabalho acrescido ao excesso de atividadesinerentes a cada equipe tem criado um ambiente desfavorável a todos osenvolvidos ao suscitar a individualização dos trabalhos, tornando o objetivofinal, que é o atendimento aos pacientes, em condições de não conformidade,conforme as diretrizes de qualidade. ¹, ², ³

2. Revisão da Literatura

Os efeitos biológicos causados pela interação da radiação nocorpo humano, como queda de cabelos, queimaduras na pele e propriamente osurgimento de quadros clínicos com indicação cancerígena foram primordiais paraque pesquisadores, na sua maioria composta por Físicos, Médicos e profissionaisde Radiologia, definissem critérios de segurança para uma menor exposição àprodução dos meios radioativos.

A otimização da Proteção Radiológica está norteada segundo aSecretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde conforme oregulamento técnico: "Diretrizes de Proteção Radiológica emRadiodiagnóstico Médico e Odontológico"- Portaria 453 de 01/06/1998. ¹

O princípio de otimização estabelece que as instalações e aspráticas devem ser planejadas, implantadas e executadas de modo que a magnitudedas doses individuais, o número de pessoas expostas e a probabilidade deexposições acidentais sejam tão baixos quanto razoavelmente exeqüíveis,levando-se em conta fatores sociais e econômicos, além das restrições de dosesaplicáveis.

A. A otimização da proteção deve ser aplicada em doisníveis, nos projetos e construções de equipamentos e instalações, e nosprocedimentos de trabalho.

B. No emprego das radiações em Medicina eOdontologia, deve-se dar ênfase à otimização da proteção nos procedimentos detrabalho por possuir uma influência direta na qualidade e segurança daassistência aos pacientes.

C. As exposições médicas de pacientes devem serotimizadas ao valor mínimo necessário para obtenção do objetivo radiológico(diagnóstico e terapêutico), compatível com os padrões aceitáveis de qualidadede imagem. Para tanto, no processo de otimização de exposições médicas deve-seconsiderar:

a) A seleção adequada do equipamento e acessórios.

b) Os procedimentos de trabalho.

c) A garantia da qualidade.

d) Os níveis de referência de radiodiagnóstico parapacientes.

e) As restrições de dose para indivíduo que colabore,conscientemente e de livre vontade, fora do contexto de sua atividadeprofissional, no apoio e conforto de um paciente, durante a realização doprocedimento radiológico.

D. As exposições ocupacionais e as exposições dopúblico decorrentes das práticas de radiodiagnóstico devem ser otimizadas a umvalor tão baixo quanto exeqüível, observando-se:

a) As restrições de dose estabelecidas neste Regulamento.

b) O coeficiente monetário por unidade de dose coletivaestabelecido pela Resolução-CNENn°. 12, de 19/07/88, quando se tratar deprocessos quantitativos de otimização.

E. Os limites de doses individuais são valores dedose efetiva ou de dose equivalente, estabelecidos para exposição ocupacional eexposição do público decorrentes de práticas controladas, cujas magnitudes nãodevem ser excedidas. ²

F. Os limites de dose:

a) Incidem sobre o indivíduo, considerando a totalidade dasexposições decorrentes de todas as práticas a que ele possa estar exposto.

b) Não se aplicam às exposições médicas.

c) Não devem ser considerados como uma fronteira entreseguro e perigoso.

d) Não devem ser utilizados como objetivo nos projetos deblindagem ou para avaliação de conformidade em levantamentos radiométricos.

e) Não são relevantes para as exposições potenciais.

G. Exposições ocupacionais

a) As exposições ocupacionais normais de cada indivíduodecorrentes de todas as práticas devem ser controladas de modo que os valoresdos limites estabelecidos na Resolução CNEN n° 12/88 não sejam excedidos. Naspráticas abrangidas por este Regulamento, o controle deve ser realizado daseguinte forma:

(i) a dose efetiva média anual não deve exceder 20 mSv emqualquer período de 5 anos consecutivos, não podendo exceder 50 mSv em nenhumano.

(ii) a dose equivalente anual não deve exceder 500 mSv paraextremidades e 150 mSv para o cristalino.

b) Para mulheres grávidas devem ser observados os seguintesrequisitos adicionais, de modo a proteger o embrião ou feto:

(i) a gravidez deve ser notificada ao titular do serviço tãologo seja constatada;

(ii) as condições de trabalho devem ser revistas paragarantir que a dose na superfície do abdômen não exceda 2 mSv durante todo operíodo restante da gravidez, tornando pouco provável que a dose adicional noembrião ou feto exceda cerca de 1 mSv neste período.

c) Menores de 18 anos não podem trabalhar com raios-x diagnósticos,exceto em treinamentos.

d) Para estudantes com idade entre 16 e 18 anos, em estágiode treinamento profissional, as exposições devem ser controladas de modo que osseguintes valores não sejam excedidos:

(i) dose efetiva anual de 6 mSv;

(ii) dose equivalente anual de 150 mSv para extremidades e50 mSv para o cristalino.

e) É proibida a exposição ocupacional de menores de 16 anos.

H. As exposições normais de indivíduos do públicodecorrentes de todas as práticas devem ser restringidas de modo que a doseefetiva anual não exceda 1 mSv. Como se houvesse uma linha divisória entre o"seguro" e "perigoso".

Os profissionais envolvidos no atendimento de pacientesacamados deixam o local com a chegada do aparelho portátil de raios-X. Opaciente no leito necessita de atenção especializada, pois se trata de um serdependente de cuidados. O profissional em radiologia se vê sozinho para amanipulação do equipamento e acondicionamento do IP (Image Plate) para odevido posicionamento da estrutura.4

O desconforto provocado pela manipulação de pacientes porprofissionais da área da saúde é gritante, pois, mesmo em coma, é possívelescutar, sentir cheiros e o toque das mãos dos profissionais. O paciente temconsciência da hora do banho, da troca de turnos e principalmente quando estáno momento da realização de exames de raios-X. Um paciente descreveu o quanto édesconfortável ter uma placa fria colocada nas costas, sem o mínimo de cuidado.5

Por outro lado, as vias de acesso correm riscos eminentes deserem desconectadas e cânulas de traqueostomias serem retiradas da posição ou osimples estubamento do paciente, sendo estas, situações que merecem uma maioratenção dos profissionais envolvidos. Com isso, a permanência e acompanhamentodos trabalhos do profissional de radiologia por parte da equipe de apoio éimprescindível, de forma a evitar acidentes.³

A diretrizes básicas de proteção radiológica forampré-definidas nas rotinas hospitalares, usinas nucleares e consultóriosodontológicos onde o número de produção das radiações submetia os profissionaisa risco de exposição.¹,²

Dentre esses ditames, salienta-se a qualidade radiográfica àobservação dos princípios básicos, a justificação da prática e das exposiçõesindividuais, otimização da proteção radiológica, a limitação de dosesindividuais e a prevenção de acidentes. As exposições médicas de pacientesdevem ser justificadas, ponderando-se os benefícios diagnósticos outerapêuticos que elas venham a produzir em relação ao detrimentocorrespondente, levando-se em conta os riscos e benefícios de técnicasalternativas disponíveis, que não envolvam exposição. São valores estabelecidospara exposição ocupacional e exposição do público, de modo que uma exposiçãocontinuada pouco acima do limite de dose resultaria em um risco adicional quepoderia ser considerado inaceitável em circunstâncias normais. Os limitesconstituem parte integrante dos princípios básicos de proteção radiológica parapráticas autorizadas.¹,²

Os equipamentos móveis ou transportáveis são aqueles quepodem ser deslocados para diversos ambientes, como berçários e Unidades deTerapia Intensiva (UTI). Eles devem estar equipados com uma blindagem, que éuma barreira protetora que fica interposta entre uma fonte de radiação e opaciente ou meio ambiente com o propósito de segurança e proteçãoradiológica.²O conceito de qualidade por excelência deve ser praticado na suaextensão.   "Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidadeàs exigências".Esta é a definição técnica estabelecida pelo ISO (InternationalStandardization Organization), situada na Suíça e responsável pelas normasde qualidade em diversos setores do mundo inteiro. Contudo, quando fala-se emqualidade é forçoso render-se a definições mais abrangentes: "Qualidadetem a haver, primordialmente, com o processo pelo qual os produtos ou serviçossão materializados. A qualidade está ligada a sentimentos subjetivos querefletem as necessidades internas de cada um. O aspecto objetivo, mensurável daqualidade, é o processo.6A humanização passa pela reavaliação dosconceitos sociais e éticos inerentes a sociedade.7

3. Considerações Finais

O profissional de radiologia deve exercer seu trabalhoobedecendo à normativa de exposições ocupacionais, cabendo ao mesmo seguircriteriosamente o padrão definido na carta técnica (método de padronização dasdoses utilizadas nos exames efetuados por profissionais em Radiologia). Osdemais profissionais são denominados pelas normas de radioproteção comoindivíduos do público, sendo que a dose aceitável não poderá exceder a 1 mSv. Háuma vasta margem de segurança para o grupo de apoio (enfermeiros e auxiliaresde enfermagem) a uma distancia mínina de 2,5 m do paciente em exames no leito,os limites de dose para indivíduos do público não são atingidos, portanto com aaplicação das normas de qualidade e conceitos de humanização será possível,atingir níveis aceitáveis na qualidade final dos exames realizados no leito,atendendo aos conceitos pré-definidos. 8 O receio dos profissionaisde apoio está vinculado à exposição de raios X e as equipes multidisciplinaresbuscam na troca de experiências a forma mais adequada no atendimento. 9AAgência Nacional de Vigilância Sanitária não determina um número defuncionários por número de leitos, causando excesso de trabalho a todos. Assim,a falta de trabalhadores aumenta esse descontentamento e o desinteresse emcolaborar com o profissional de radiologia. O mesmo precisa realizar o exame,mas como na maioria das vezes não dispõe da ajuda dos profissionais de apoio,suas dificuldades aumentam como também a possibilidade de erros. O conceito dequalidade impera quando o profissional de radiologia consegue realizar umaradiografia sem a presença de artefatos radio - opacos, tais como: fios deeletrodos, cânulas plásticas de ventilação (traquéia) ou qualquer objeto quepossa dificultar a visibilidade da imagem. A participação de todos osprofissionais ajudando-se mutuamente diminui o risco de acidentes e o pacientenão sofre com a manipulação única de um funcionário, partindo do pressupostoque todas as informações devem ser difundidas, participadas e aplicadas naforma prática entre as equipes. 10

4. Agradecimentos

Agradeço à Fernanda, Sofia e Bento pelo sentido da vida e àminha orientadora Professora Ana Claudia Camargo por sua dedicação, sensibilidadee apoio ao longo desta jornada.

5. Referências Bibliográficas

1. Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministérioda Saúde. Regulamento Técnico: "Diretrizes de Proteção Radiológica emRadiodiagnóstico Médico e Odontológico"- Portaria 453 de 01/06/1998.

2. Comissão Nacional de Energia Nuclear. (CNEN)-Diretrizes Básicas deRadioproteção Mn-3.01 Rio de Janeiro /1988.

3.Não-conformidades são alertas de problemas.Não-conformidades são avisos de necessidade de correções – avisos deoportunidades de melhoria. Disponível em http://ideiasavancadas.com.br/registro-de-nao-conformidades.São Paulo 11:00 horas dia 18 de março de 2009.

4.  Teodoro, Adão – Aplicação das Técnicas ePosicionamentos- Campinas, SP- Editora Átomo, 2006.

5.Scotti, Luciana, Sem asas ao amanhecer, São Paulo.Editora – O Nome da Rosa, 2006.

6. Espuny, Herbert Gonçalves Publicado em: Setembro30, 2007.

7. Costa, Wellington Soares da- Caderno de Pesquisasem Administração, São Paulo, V. Nº 1, P 17-21, Janeiro/Março 2004.

8. Medeiros, Regina Bitelli. Proteção a Radiografianos exames radiográficos efetuados no leito, São Paulo 2006.

9. Scaff, A. M- Radiações – Mitos e Verdades Perguntase Respostas-São Paulo, SP Projeto Saber- Física para todos, 2002.

10. L Pessini, Ll Pereira, Vl Zaher, Mjp SilvaHumanização em Saúde: O resgate do ser com competência científica. Mundo Saúde.2003 Abr-Jun; 27.2.

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