Conheça as técnicas de primeiros-socorros para creches Natal, Rio Grande do Norte

O autor destaca a necessidade de preparar os educadores de créches para o socorro emergencial. Ele relata como as técnicas de primeiros-socorros são decisivos para a sobrevivência da criança. Conheça quais são as ocorrências mais frequentes e como se preparar para prestar assistência.

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Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Conheça as técnicas de primeiros-socorros para creches

Atualmente estamos vivenciando um aumento da participação da mulher no mercado de trabalho, elevando cada vez mais a quantidade de matrículas de período integral ou parcial nas creches tanto públicas quanto particulares, em conseqüência surge uma maior preocupação sobre a saúde e bem – estar dessas crianças, não só pelo bem-estar físico, mas, também, pelo fator psicológico na separação de seus familiares e mudanças de ambiente. Vemos a responsabilidade e a dificuldade do cuidador em suprir as necessidades da criança de acordo com cada idade, muitas vezes substituindo o papel dos pais, sendo que o número de crianças para cada cuidador muitas vezes é elevado, o que promove falhas nas prevenções básicas de acidentes, além de muitas vezes não saber qual atitude tomar para socorrer de maneira correta, evitando seqüelas.

Desta forma, cabe aos profissionais a busca de aprimoramento de seus conhecimentos, para a melhoria dos serviços nas creches, proporcionando assim maior segurança e confiabilidade para os pais, não só do ponto de vista pedagógico, mas também em relação ás práticas dos cuidados.

As experiências que temos vivenciado com as crianças de várias faixas etárias nos proporcionaram relatos de responsáveis e de professores escolares quanto à falta de conhecimento e preparo na atuação necessários em situações acidentais que ocorrem com crianças de seis meses a seis anos de idade. Segundo Filócomo (2002) mais marcantes que os índices de mortalidade são os dados de morbidade: estima-se que para cada criança que morre haja de 20 a 50 hospitalizações (1/3 das quais resulta em seqüelas permanentes), 350 a 1000 atendimentos ambulatoriais.

Considera-se ainda a ocupação de leitos hospitalares (10 a 30% dos leitos, em média), a sobrecarga do Sistema de Saúde (anualmente 1 a cada 10 crianças normais necessita de atendimento no Sistema de Saúde por injúria física), seqüelas permanentes com incapacitação física.

Segundo Botelho (2003), traumatismo continua sendo causa importante de morte na faixa etária pediátrica. Devido ao fato de as crianças apresentarem significativo potencial de recuperação total, a reanimação deve ser reiniciada mais precocemente possível, de preferência no próprio local do acidente.

Como vemos também em Lamare (1990), a infância é uma fase de crises evolutivas, onde a criança terá de passar por processos naturais, como por exemplo: desequilíbrio do corpo ao sentar, levantar e andar, processo da fala, curiosidade em conhecer os objetos a sua volta, dentre várias outras situações.

De acordo com Nelson (1997), inicialmente, tudo vai para a boca [...], então temos também a descoberta dos sentidos: paladar, olfato, audição e o tato.

Em virtude destes fatos, foi realizado um treinamento educativo com avaliação sobre primeiros socorros, em duas creches, sendo, uma pública e outra particular, para cuidadores de crianças de seis meses a seis anos de idade, mediante as seguintes questões: Qual a importância para os cuidadores em saber sobre primeiros socorros? Qual o nível do conhecimento dos cuidadores sobre primeiros socorros? Existe diferença no conhecimento sobre primeiros socorros entre creches públicas e particulares?

Segundo o estudo de Barros et al (1999) diferenças marcantes foram encontradas em diferentes tipos de creches quanto ao grau de escolaridade das monitoras. Em 48% das creches públicas e 48% das filantrópicas, havia monitoras sem o primeiro grau completo, contra apenas 3% das privadas. Em 82% destas creches, todas pelo menos tinham iniciado o segundo grau. Em 39% das creches públicas havia ao menos uma monitora com grau superior completo ou incompleto.

Reis (2004) e Soares (2003), tem a mesma opinião quando tratam da categoria docente, dizendo que é uma das mais expostas a ambientes conflituosos e de alta exigência. Com isto afirmamos, mais uma vez, que na infância é primordial ter um cuidador apto para desempenhar seu papel mediante aos acidentes, prestando a devida assistência e estando seguro de seus atos para solucionar problemas comuns, evitando maiores agravos e até fazendo melhor, prevenindo e desmistificando com base científica, ditos populares e culturais. O Ministério da Saúde, no Programa Nacional de Saúde Escolar (2004) e a Convenção sobre os Direitos da Criança e Adolescente (1990), normatiza que, os direitos da criança e do adolescente, deve-se assegurar a todos os setores da sociedade, em especial aos pais e as crianças, o conhecimento dos princípios básicos de saúde e entre outros, o de ações de prevenção de acidentes, recebendo apoio para a aplicação destes conhecimentos.

 Neste estudo tivemos como objetivo identificar dificuldades e dúvidas mais pertinentes dos cuidadores, tanto de creches públicas quanto particulares; implementar um treinamento educativo sobre primeiros socorros para cuidadores; comparar e avaliar o desempenho teórico antes e após treinamento de primeiros socorros para cuidadores de crianças de 6 meses a 6 anos de idade.

 Metodologia e Desenvolvimento

 De acordo com Andrade (1999) e Martins (2000), este estudo é uma pesquisa de campo descritiva e exploratória, com abordagem quantitativa.

A coleta de dados foi realizada em 2 creches de cuidados materno infantil da rede pública e privada, foram pré-selecionadas e situam-se no bairro Lauzanne Paulista e Imirim, zona norte da cidade de São Paulo, sendo que, antes da confirmação da participação e da marcação de datas para apresentações do trabalho, foi entregue uma cópia do projeto com o Termo de Consentimento Livre Esclarecido e um Questionário, para ser aprovado pelas instituições contatadas, e após uma semana foram marcadas datas e horários dentro do estabelecido, de acordo com interesses e disponibilidades.

No início de cada apresentação foi entregue um questionário com oito questões objetivas e fechadas para cada participante, juntamente com o Termo de Consentimento Livre Esclarecido, a fim de ser assinado, e entregue em seguida.

Foi aplicado o mesmo questionário, antes e após palestra abordando primeiros socorros, proferida pelas alunas pesquisadoras a 37 cuidadores ao total.

A aplicação do instrumento antes da palestra teve por objetivo averiguar o conhecimento e grau de dúvidas quanto às questões dos assuntos relacionados e após, avaliar o aproveitamento da palestra com o mesmo questionário sem alteração de nenhuma das questões. Ela foi conduzida com o uso de bonecos-fantoche, e enquetes, representando as pessoas em suas atitudes comuns no cotidiano de acordo com os assuntos abordados descritos no questionário. Ao final, foi distribuído um manual de orientação de conduta sobre primeiros socorros em crianças para cada creche.Cada apresentação teve, em média, duração de uma hora, abordando todos os assuntos propostos com espaço para tirar dúvidas e fazer comentários.

  Análise Parcial dos Dados

Segue então uma análise parcial de cada questão abordada pelo questionário, sendo cada alternativa uma variável. Os dados estão apresentados em números absolutos e percentuais, por meio de tabela, e analisados quantitativamente, conforme proposto, nas referências de Salomon (2000) e Severino (2000).De acordo com Scopel (2001), primeiros socorros, constitui-se no primeiro atendimento prestado a vítimas de acidente ou mal súbito, em providências dispensadas no local do acidente até a chegada de atendimento especializado visando preservar a vida, restringir os efeitos da lesão e propiciar a sua recuperação.A febre é um assunto que assusta muitos cuidadores por existir o medo sobre as suas conseqüências, mas ao discutir a fisiologia e condutas a serem tomadas, houve uma unificação de conceitos sobre o assunto, não deixando dúvidas entre os participantes.

 

tivemos uma grande interação ao diferenciar as condutas a serem tomadas de acordo com a diferença de idade, inclusive nos casos de crianças que apresentam Fenda Palatina e Lábio Leporino. A repercussão foi muito grande, levando em conta as trocas de experiências.

De acordo com Ramos (2005), crianças, principalmente menores de cinco anos de idade, por natureza, são mais curiosas. Por estarem na fase oral, o relacionamento com o ambiente se dá por meio da prática de levar objetos e substâncias à boca e Duncan (1996) afirma que duas habilidades importantes são a formação de pinça, que, associada á tendência de colocar tudo na boca, aumenta muito o risco de aspiração de corpos estranhos, e a marcha, que traz um risco muito maior de quedas e contusões.

Ocorreram dúvidas significativas, que não aparecem resolvidas em números na Tabela 4, pois nenhum dos participantes atentaram em rever suas respostas, como foi proposto no início do trabalho, e continuaremos a perceber estes erros nas próximas tabelas, apesar de termos obtido grandes resultados nas apresentações.

Sobre a questão das Quedas e Traumas, foram discutidos diversos exemplos, como quedas de grandes alturas, diferentes tipos de lesões e traumas, hemorragias internas (sintomas) e externas, levando em conta idade, peso e altura da criança, abordando principalmente a conduta que deve ser tomada em cada situação.

A variável de Chamar um Resgate foi assinalada de forma unânime, pois surgiu uma grande preocupação em estar evitando seqüelas permanentes.

Em um estudo realizado com 139 crianças por Anderson (1995) verifica-se que a queda foi o tipo mais comum de acidente encontrado na faixa etária de menores de 1 ano e entre 1 a 3 anos, que se justifica pela fase de maturação motora, cognitiva e psicossocial onde encontram-se estas crianças, aprendendo a conhecer os seus limites e adaptando-se ao meio. Ainda em relação a quedas, estas permanecem em níveis elevados também em crianças acima de 4 anos, evento este relacionado provavelmente as atividades de lazer e esportes, próprios desta faixa etária, destacando-se jogos, bicicleta, patins e outros.

O caso de Queimaduras que são mais difíceis de se encontrar em creches, sendo mais comuns nos acidentes domésticos em crianças menores de um ano de idade, assim com diz Bergeron (1999), estão no período de desenvolvimento psicomotor, engatinhando e dando os primeiros passos.Com isto, procuramos tratar deste assunto, enfatizando o cuidar das queimaduras no ambiente da creche, pelos fatores de infecção e agravo.

Apesar da variável: Fazer curativo para proteger dos insetos, também esteja parcialmente correta, discutimos o ambiente no fator de limpeza e tipos de curativos recomendados para cada grau de queimadura. Mas destacamos que a variável: Colocar a queimadura em água corrente e limpar com pano limpo, seja a mais correta, por ser a atitude recomendada a todos os tipos de queimaduras.Neste assunto, estivemos tratando de vários casos, não só de mordeduras entre os alunos, mas, inclusive com animais domésticos e os que estão na rua, diferenciando e comparando condutas a serem tomadas. Explicando, então,que mostra freqüências em todas as variáveis.Segundo Pereira (2005), deve-se agir como um profissional, controlando suas emoções e expressões faciais, porque isto poderá reduzir o medo. Através disto, podemos confirmar mais uma vez, a necessidade de estar preparado para as situações de injúria, não só para o socorro com curativos e prevenção de agravos, mas também trabalhar o psicológico da criança, onde pequenas atitudes podem fazer grandes diferenças, facilitando o socorro do cuidador, o grau de dúvidas entre as variáveis, abrindo oportunidade de esclarecimentos importantes sobre o assunto, inclusive a discussão da fisiologia entre afogamento em água doce e água salgada.

Segundo Pordeus (2003), Nos menores de 1 ano e no grupo etário de 1 a 4 anos, as quedas, os choques elétricos e as intoxicações que compõe o grupo dos demais acidentes, são as principais causas externas de morte, vindo em seguida os acidentes de trânsito, onde se destacam os atropelamentos. Observamos que uma continuidade de dúvidas, pois na palestra foram diferenciadas substâncias em que é permitido a provocar vômitos e outras em que é necessária a lavagem gástrica ou administração de medicamentos antagônicos, e no questionário não foram elaboradas alternativas com estas diferenciações. Mas no Manual de Orientações distribuídas às creches existe uma lista explicando cada atitude á ser tomada em cada classe de substância tóxica, e como cada uma deve ser armazenada.

 Analisamos como é comum, com o passar do tempo, a troca de informações sobre cuidados entre familiares e conhecidos, pois a variável: Passar metiolato ou álcool e colocar Band-aid, é uma conduta que era tomada há algum tempo e que, atualmente, não é recomendada por causa da destruição de musculatura e retardo no processo de cicatrização que são ocasionados.

Acreditamos que os ferimentos estejam relacionados com a falta de habilidade motora para manusear objetos e utensílios pérfuro-cortantes, bem como, pelo fato de estarem mais expostas a fatores de risco como cantos arquitetônicos e de mobiliários que muitas vezes encontram-se sem proteção.

Cabe lembrar que a presença do adulto não impede que o acidente aconteça, principalmente em creches públicas, quando a quantidade de alunos por professor muitas vezes ultrapassa o limite recomendado pelas normas, e os acidentes ocorrem não pelo fato do desconhecimento de como evitar, ou por não estar realizando sua supervisão direta.

Conclusão

Após cada apresentação, pudemos notar que, a diferença entre as creches, onde desenvolvemos a pesquisa, em relação a conhecimentos de primeiros socorros, são basicamente adquiridos pelos meios de comunicação e troca de experiências familiares, que vão passando de geração a geração. Acreditamos, então, que é importante a prevenção de acidentes, mas como são inevitáveis, defendemos que seja indispensável o conhecimento sobre primeiros socorros para os cuidadores de crianças em creches.

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Claudia Forlin

Enfermeira, docente no Ensino Superior.Especialista.

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