Cirurgia de mama é a segunda na preferência das mulheres Macapá, Amapá

As cirurgias de mama em geral corresponderam a 32% do volume total de cirurgias plásticas feitas no Brasil em 2004, só perdendo para a lipoaspiração (54%). As cápsulas são mais resistentes, mais duráveis (em torno de 15 anos) e seguras contra microvazamentos. Saiba mais abaixo.

Silvana G Marino
(114) 195-0034
r Margaridas, 336, Jardim Flórida
Barueri, São Paulo
 
Rui A Barros
(212) 771-6786
av DR Mano Tele, 31, sl 507
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
 
Analygia M Caldas
(222) 762-3189
r Velho Campos, 279, Centro
Macaé, Rio de Janeiro
 
Juce C Dias
(44) 543-1830
r Herculino Otaviano, 748, Ubiratã
Ubirata, Paraná
 
Mary em C Almeida
(273) 227-6364
av Desembargador Santos Neves, 1089, sl 502, Praia Do Canto
Vitória, Espírito Santo
 
José Wilson Abranches
(67) 393-4450
r Miguel Novaes, 456
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Valmor Holetz
(47) 533-1322
r Presidente Vargas, 15
Ituporanga, Santa Catarina
 
Clarice M Vieira
(44) 226-8759
r Neo Alves Martins, 2072, Zona 03
Maringá, Paraná
 
Gilberto G Silva
(273) 361-5306
ld Doutor Gerson da Silva Freire, Ipiranga
Guarapari, Espírito Santo
 
Valter José Von Kruger Sobr
(343) 235-1933
r Tenente Virmondes, 34, Centro
Uberlândia, Minas Gerais
 

Cirurgia de mama é a segunda na preferência das mulheres

Segundo os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as cirurgias de mama em geral corresponderam a 32% do volume total de cirurgias plásticas feitas no Brasil em 2004, só perdendo para a lipoaspiração (54%). Além dos aspectos estéticos, um outro motivo que impulsiona a procura é a maior segurança do procedimento e a qualidade das próteses. “As cápsulas são mais resistentes, mais duráveis (em torno de 15 anos) e seguras contra microvazamentos. Assim, mesmo que ocorra o rompimento da membrana por um acidente, o gel não se espalha. Bem diferente de dez anos atrás, quando só existiam próteses lisas, cujo índice de rejeição do corpo chegava a 20%”, compara o cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e PhD em Cirurgia, Paulo Bettes.

Os procedimentos são bastante variáveis. Enquanto para algumas mulheres a redução é o ideal de beleza, para outras impera a vontade de aumentá-los. Em ambas situações, quando conseguem atingir esse objetivo se sentem mais bonitas e atraentes. Para o Dr. Paulo é preciso sempre levar em conta o equilíbrio e a harmonia do corpo da pessoa. "O implante deve preservar a fisiologia das novas mamas, tornando-as simétricas e harmoniosas no tórax", frisa o médico.

Antes de fazer o implante a paciente deve passar por um estudo da sua composição física, principalmente quando o objetivo é implantar uma prótese com volume acima da média recomendada. "Muitas vezes o desejo de ter os seios muito avantajados se torna inviável, pois levamos em consideração a saúde e o peso da própria prótese, que pode ocasionar problemas de postura ou até mesmo estrias na pele", orienta o cirurgião plástico.

Para a prótese final o médico faz várias provas, com moldes estéreis e descartáveis. Antes mesmo de fazer as provas com os moldes para garantir o equilíbrio ideal e a satisfação das mulheres, o especialista faz uma consulta prolongada para compreender as expectativas da paciente. "É preciso saber quais são os anseios e o objetivo da cirurgia, se é melhorar a auto-estima para se sentir melhor num relacionamento amoroso ou ainda se é por motivos profissionais", esclarece.

Em geral, as próteses são indicadas em três situações distintas: correção de amastias (ausência de mamas), correção de hipomastias (quando as mamas não se desenvolvem como deveriam) e para a reconstrução dos seios devido a uma mastectomia (retirada da mama por causa de tumores).

Mulheres que amamentaram ou perderam muito peso podem apresentar grande flacidez nas mamas. Nesses casos, mesmo que elas sejam pequenas, muitas vezes é necessário, além de implantar as próteses, realizar uma cirurgia para corrigir a flacidez e retirar o excesso de pele.

Implante antes de amamentar

As próteses podem ser colocadas a partir dos 15 anos de idade, desde que as adolescentes já tenham menstruado há pelo menos três anos. O especialista acrescenta que é possível o implante antes da amamentação. “As próteses são colocadas atrás da glândula ou do músculo mamário, ou seja, não alteram o sistema de ductos lactíferos, por isso não interferem na amamentação”, explica.

A cirurgia para implante leva em média 50 minutos, com anestesia local ou peridural, tendo alta no mesmo dia. O pós-operatório já deixou de ser um sofrimento. "Hoje as próteses evoluíram muito e as cirurgias plásticas estão mais eficientes e seguras, fatores que fazem com que mais mulheres optem por aumentar os seios com prótese", ressalta o médico.

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