Atingindo a exelência pessoal Cuiabá, Mato Grosso

Comparando nosso cérebro a um computador, a PNL nos diz que todos nós possuímos o mesmo tipo de computador, com a mesma capacidade, com a mesma potência. Entretanto, algumas pessoas sabem usá-lo melhor. Sabem explorar todo o seu potencial, todos os seus recursos. E possuem programas que lhes permitem ser excelentes em relação a um comportamento ou habilidade.

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Atingindo a exelência pessoal

(1a. parte)

Podemos definir excelência pessoal como a capacidade que tem o ser humano de desenvolver ao máximo uma determinada habilidade.

Como exemplo, temos os atletas que treinam constantemente e conseguem superar marcas e recordes, temos o músico que dia-a-dia aprimora sua habilidade de tocar um instrumento e temos também aquele nosso vizinho que consegue acordar cedo todos os dias para praticar exercícios, temos aquela amiga que é capaz de controlar adequadamente sua alimentação e aquele conhecido que é um excelente contador de piadas.

Estes são exemplos de pessoas que possuem habilidades que possivelmente admiramos e gostaríamos de possuir. E foi exatamente isto o que a PNL nos ensinou a conseguir.

A PNL observou minuciosamente pessoas no exercício de determinada habilidade. Esta habilidade foi dividida em partes menores, em passos, e descobriu-se então a seqüência destas partes. Em seguida esta seqüência foi ensinada a uma outra pessoa, que a repetiu várias vezes e então foi capaz de obter os mesmos resultados daquela pessoa que serviu de modelo, que foi copiada (modelada).

Esta descoberta desmistificou velhas crenças segundo as quais habilidades são dons de nascença e um privilégio concedido apenas a algumas pessoas.

Comparando nosso cérebro a um computador, a PNL nos diz que todos nós possuímos o mesmo tipo de computador, com a mesma capacidade, com a mesma potência. Entretanto, algumas pessoas sabem usá-lo melhor. Sabem explorar todo o seu potencial, todos os seus recursos. E possuem programas que lhes permitem ser excelentes em relação a um comportamento ou habilidade.

Portanto, todos podemos aprender a operar nosso computador da mesma maneira que estas pessoas operam. E podemos também adquirir os programas que elas utilizam para serem excelentes numa habilidade. Basta seguir exatamente os mesmos passos que elas, a mesma seqüência, repetir isto um certo número de vezes e teremos nos programado para que esta habilidade seja algo automático e natural em nosso comportamento.

Observe-se que a PNL não afirma que basta o pensamento positivo, o "poder da mente", etc., para que alguém se torne uma pessoa melhor ou alcance determinados resultados. A PNL propõe a prática de determinadas sequências de comportamento, repetidas vezes. Logo, conclui-se que são necessários empenho, trabalho, exercício - não há mágica ou soluções milagrosas capazes de substituí-los.

Em outras palavras, hoje é possível reunir os melhores dentre os melhores, e descobrir o que eles têm em comum, o que eles fazem e como fazem para serem o que são.

(2a. parte)

Há uma velha piada segundo a qual o cérebro humano é o único computador auto-suficiente que pode ser criado por um profissional não especializado. Trata-se, porém, de um computador sem manual do usuário.

Uma vez que não temos o manual do usuário, restam-nos pelo menos duas alternativas para aprender a usar este computador: por ensaio-e-erro (isto é, tentando, errando, corrigindo), ou então aprendendo como fazem as pessoas que utilizam-no de forma eficiente e alcançam resultados desejados.

Talvez um dia estes programas usados por pessoas excelentes em determinadas áreas estejam disponíveis a todas as pessoas, da mesma forma como hoje é possível adquirir facilmente um programa de computador.

Considerando que todos nós possuímos o mesmo tipo de "computador mental", conclui-se que o fracasso é apenas um programa que não deu certo. Quando um programa não dá certo em informática, não se joga o computador no lixo, mas sim corrige-se o programa, ou então ele é substituído por um outro. Da mesma forma, é preciso separar o ser humano, o seu valor, de seu comportamento. Assim, diríamos que alguém está incompetente, mas não que ele é incompetente.

Para tudo existe um programa, uma estratégia, até mesmo para fracassar, para ficar deprimido, com raiva, ansioso, etc. Isto quer dizer que as pessoas costumam usar uma seqüência de pensamentos (imagens, sons, sensações, sentimentos) para sentirem-se de uma determinada maneira, apesar de na maioria das vezes não se darem conta disto.

Descobriu-se que as possibilidades de uma pessoa resultam da forma como ela faz avaliações de si mesma e das situações. Por exemplo, como você avalia (representa) um copo com água até a metade? Você diria que ele está "meio-cheio" ou "meio-vazio"? Assim também é na vida. Podemos avaliar algo sob diversos ângulos. Alguns deles farão com que nos sintamos mais capazes, com que tenhamos uma imagem melhor de nós mesmos.

Conta-se que Thomas Edison havia tentado 9.999 vezes aperfeiçoar a lâmpada, sem ter conseguido. Então alguém lhe perguntou: "Você vai ter 10.000 fracassos?" Ao que ele respondeu "Não falhei. Acabo de descobrir outra maneira de não inventar a lâmpada elétrica"...

O desenvolvimento do ser humano, a lapidação de sua personalidade rumo à excelência pessoal, só é possível quando se sai da acomodação, das chamadas "zonas de conforto". Exemplo: "Eu gostaria tanto de saber nadar como fulano, mas é tão difícil, vou ficar tão cansado, vai demorar tanto, que é melhor eu nem tentar". Esta pessoa prefere ficar em sua zona de conforto ao invés de tentar, se empenhar e se arriscar, talvez por acreditar que não será capaz.

Um dos principais pressupostos da PNL diz o seguinte: "Quer você acredite que pode (realizar algo), quer acredite que não pode, de qualquer maneira você está certo".

   Nelly Beatriz M. P. Penteado é Psicóloga e Master Practitioner em Programação Neurolingüística (PNL).

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