Aprendendo a trabalhar em equipe Araraquara, São Paulo

Uma das questões fundamentais que se coloca nos ambientes corporativos é como trabalhar em equipe. No passado, esta questão era tratada como básica para a melhoria do clima organizacional. Hoje, trata-se da sobrevivência da empresa, passa a ser uma das alternativas para que um grupo faça ‘‘o mesmo com menos’’.

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Aprendendo a trabalhar em equipe

Por Roberto Matoso

Os desafios contemporâneos são cada vez mais complexos. As organizações passam por profundas reestruturações internas e mudanças no seu posicionamento externo. O aumento da competição tem derrubado as margens de ganho das empresas no mundo todo. Algumas, até por desorganização interna, nem sequer possuem a real noção de seus prejuízos. Vivemos tempos em que a gestão de custos deixou de ser básica para ser estratégica.

As empresas, na sua maioria, desenvolveram processos de racionalização que têm gerado uma redução do número de pessoas, mas sem a redução do volume de trabalho. Em outras palavras, somos menos, trabalhamos mais e ganhando, na melhor das hipóteses, a mesma coisa. Aqueles que vão saindo não vão sendo substituídos, gerando uma sobrecarga de trabalho, aumentando o estresse e diminuindo a qualidade de vida. Três passam a fazer o trabalho que cinco faziam.

Nesse contexto, uma das questões fundamentais que se coloca nos ambientes corporativos é como trabalhar em equipe. No passado, esta questão era tratada como básica para a melhoria do clima organizacional. Hoje, trata-se da sobrevivência da empresa, passa a ser uma das alternativas para que um grupo faça ‘‘o mesmo com menos’’.

Existem, no entanto, obstáculos para a construção de um ambiente favorável ao trabalho em equipe. Vejamos alguns destes:

1) A cultura do individualismo que prepara cada um para o sucesso solitário e não para o sucesso solidário. Somos educados para ‘‘vencer’’ na vida, o que já pressupõe uma luta. A cultura da competição nos afasta da paz fundamental, que é a paz interior, e passamos a viver sempre sob tensão.

2) A cultura da cumplicidade que propicia o surgimento de subgrupos (panelinhas) que geram o acobertamento, a troca de favores e destroem as relações interpessoais através da inveja e da maledicência. Na cultura da cumplicidade, o nível de consciência é mais baixo que o necessário para a construção de uma equipe que valorize a diversidade e a complementaridade.

3) A falta de uma visão de futuro. Quando um grupo não sabe para onde ir e porque ir, desenvolve o medo que dificulta o nascimento da iniciativa e da criatividade. Todo grupo, assim com toda pessoa, precisa encontrar um sentido para a sua existência. Os grupos não podem se restringir apenas a busca do sucesso econômico. Ter consciência dos nossos papéis na sociedade e como seres humanos colabora para o desenvolvimento de projetos coletivos dentro das organizações.

4) A cultura autoritária que subestima a necessidade da compreensão para a geração do comprometimento. Infelizmente, ainda florescem premissas como ‘‘uns pensam e outros fazem’’ e ‘‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’’. Um grupo que não participa não se compromete e, conseqüentemente, não consegue trabalhar sinergicamente. Na cultura autoritária, as pessoas são artistas coadjuvantes do nosso filme. Construímos ‘‘euquipes’’ e não equipes e, muitas vezes, desenvolve-se um discurso democrático que não corresponde à realidade.

Nosso grande desafio é construirmos uma cultura de parceria, base para o desenvolvimento de equipes de alto desempenho. Isto requer a desaprendizagem de conceitos e crenças que reforçam o individualismo e a manipulação ainda presentes em partes dos processos de formação de executivos.

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Roberto Matoso é economista e Consultor de empresas. Entre 2003 e 2006 foi Secretário Estadual do Trabalho e Empreendedorismo do Estado do Ceará.

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