Aprenda a ser criativo com inteligência Brasília, DF

Compreenda quais são as situações que facilitam a criatividade. A autora Sandra Regina detalha como explorar a imaginação e desenvolver o potencial criativo. Conheça as oito oportunidades para estimular a sua capacidade intelectual.

Apoio Telecom
(61) 3223-2331
SDS BL Q s 307
Brasília, DF
 
S.o.s Pague Menos Elétricos e Hidráulicos
(61) 3347-2002
SCLRN 704 BL C lj 20
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Circuitu´s Instalações e Reformas
(61) 9333-2430
CLN 406 BL A lj 8
Brasília, DF
 
Francisco Bombeiro Hidráulico Eletricista
(61) 3233-3684
SHCES Q 303 BL C Comércio lj 47
Brasília, DF
 
Marcelo Eletricista
(61) 3355-6395
QN 3 CJ 5 c 22
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Elétrica Hidrowat
(61) 3340-1841
SCLRN 716 BL A lj 21
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Altaide Eletricista
(61) 3274-1603
SCLRN 708 BL C ap 101 en 16
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Alencar Instalações
(61) 3245-2104
CRS 513 BL B s 203 en 9
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Divino Instalações Elétricas
(61) 9998-1466
QI 8 cj D
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Elétrica e Hidráulica Sadan
(61) 3399-5976
QS 14 c 3 cj 10B
Brasília, DF
 

Aprenda a ser criativo com inteligência

A verdadeira criatividade satisfaz três condições básicas:

1. A resposta deve ser nova ou, pelo menos, estatisticamente infreqüente;

2. A resposta de se adaptar à realidade e deve servir para resolver um problema ou alcançar uma meta reconhecível;

3. Deve incluir uma avaliação, elaboração e desenvolvimento do insight original.

A personalidade criativa é traçada pelos seguintes aspectos;

• Intuição;

• Flexibilidade cognitiva;

• Percepção de si mesmo como uma pessoa responsável;

• Persistência e dedicação no trabalho;

• Pensamento independente;

• Menor interesse em pequenos detalhes e maior nos significados e

• Implicações dos fatos;

• Maior tolerância à ambigüidade;

• Espontaneidade;

• Maior abertura às experiências;

• Interesses não-convencionais.

Como se ensina criatividade?

Quando o mercado do futuro perguntar se um profissional é capaz de inovar, o que ele está querendo saber é se ele consegue lidar construtivamente com a contínua ocorrência de mudanças em torno de si - mudanças nos processos, na prioridades, na competição, na tecnologia, nas necessidades dos clientes. Ver a inovação como uma série de processos encadeados, e não mais algo que se origina de eventos isolados.

Como herança recente, associa-se normalmente a criatividade às disciplinas que envolvem novos processos e projetos. Contudo, a criatividade deve ser explorada, mesmo porque as indústrias necessitam de "novas" ou adaptações de "velhas" soluções.

O desafio dos educadores é o de impedir que o ensino se transforme em mero treinamento, formando jovens como formas usáveis e abusáveis de uma economia de mercado. Por isso ao falar de educação é preciso ampliar a visão. Um ensino moderno de tecnologia tem de reduzir os obstáculos que travam o progresso, abandonando a rotina, desprendendo-se da ignorância, além de fomentar a curiosidade por tudo o que é novo, infundir o sentido da diversidade de soluções, treinarem as inteligências para a criatividade, estimular a imaginação, educar o espírito crítico, sem, contudo, negligenciar a habilidade humana de interagir proativamente com o meio que o cerca.

Sendo assim, as constantes pressões e incertezas do ambiente acenam para o advento de uma realidade até então ignorada, ou seja, já não é possível enxergar o futuro com os olhos do passado, isto significa que as organizações precisam criar meios que, de fato, habilitem as pessoas e permitam a expressão, de seu potencial criativo. Portanto, para que ocorra a expressão e desenvolvimento da criatividade nas organizações, torna-se necessária a criação de condições que favoreçam um ambiente de trabalho criativo, deixando as pessoas sem as amarras da “conduta pré-estabelecida pela organização”.

Logo a criatividade é resultante mais de condições sócio-organizacionais que a empresa pode proporcionar aos seus membros, do que a predisposição unicamente individual.

Processos e etapas a serem trabalhados no desenvolvimento da criatividade

1. Bloqueios: No trabalho de desenvolvimento da criatividade é necessário considerar os bloqueios como dificuldades que o indivíduo tem em visualizar um objeto tendo mais de uma informação. São os obstáculos que impedem a pessoa de entender claramente o problema em si ou a informação necessária para resolvê-lo.

Os bloqueios distinguem-se da seguinte forma:

• Bloqueios emocionais: São aqueles que impossibilitam a exploração e a manipulação de idéias pela falta de habilidade de conceituar fluente e flexivelmente novas idéias e de comunicá-las por receio de falta e aceitação (medo de errar), de falhar, de se arriscar.

• Bloqueios culturais e ambientais: Estes são originados por inúmeros padrões culturais de uma determinada sociedade.

• Bloqueios intelectuais e de expressão: Estes são retratados pelo impedimento e/ou inibição da capacidade de comunicação das idéias.

2. Desbloqueios: Considerado os bloqueios é necessário buscar formas de desbloqueios. Dentro da vertente atitudinal, que usa basicamente a reflexão, trabalha-se uma mudança interior para liberar o comportamento exterior.

Evidenciar a abertura de emoções, visando a flexibilidade e proporcionar a busca do novo. Os desbloqueios permitem o rompimento de barreiras mentais que dificultam o entendimento de um problema, até a tomada de solução. Os bloqueios dificultam o gerenciamento, geralmente de atividades que fogem à rotina.

Os desbloqueios são todos os recursos e condições naturais ou criadas intencionalmente para tornar possível o desenvolvimento, o cultivo e o florescimento da criatividade tanto no indivíduo como na sociedade.

Foram identificados uma série de assassinos da criatividade (bloqueios), entre ele: o excesso e vigilância sobre a criança, o excesso de avaliações, o excesso e recompensas, a competição, o controle excessivo, a restrição de escolhas e a pressão (expectativas de sucesso e alto desempenho).

Com o desbloqueio, surge a oportunidade de aflorar o espírito criador, que gera idéias.

3. Exploração de Alternativas: Com a realização de trabalhos que proporcionam alguns desbloqueios aumentam as chances de explorar alternativas. Isso significa abrir a mente a diversas possibilidades e formas e visualizar, interpretar situações que costumamos agir sempre de forma igual ou não tão ousada. Ou seja, explorar alternativas é se tornar um agente de mudanças. Adaptar-se ao mundo mutante não deixa de ser uma forma de manifestação.

A exploração de alternativas permite ao indivíduo se tornar competitivo, acarretando, desta forma, a busca de um diferencial, traçando também novos paradigmas, ser flexível e polivalente através da auto-análise.

4. Fluência Criativa: A fluência criativa refere-se a manifestação propriamente dita do abandono a esteriotipação. Neste aspecto pode se ter consequentemente o surgimento do líder. É nesta fase que se observa indivíduos que já possuem o poder criativo e/ou pessoas que romperam as barreiras bloqueadoras destacam-se como diferenciados e criativos, objetivados a criar novas formas e resoluções de problemas.

Aprimoramento é uma palavra pertinente para falar da fluência criativa.

5. Soluções de Problemas e Descobertas de Oportunidades: A solução de problemas e a descoberta de oportunidades se dá a partir de alguns aspectos:

• Estar motivado;

• Ter conhecimento do assunto;

• Ter a liberdade de se manifestar;

• No caso de ser em grupo, Ter o incentivo de todos;

• Correr riscos (ter coragem);

• Acreditar no seu potencial;

• Ter percepção; e

• Utilizar-se de todos os recursos.

Logo, para que problemas sejam solucionados e surjam novas oportunidades, o indivíduo e/ou grupo, devem estar preparados para enfrentar qualquer situação fora do cotidiano.

6. Estrutura de Motivação: Deve-se enfocar a imaginação do indivíduo ou grupo, visando estabelecer associações com a finalidade de auto-conhecimento e grau de interesse em áreas de atuação.

7. Práticas Pré-criativas: As práticas pré-criativas são trabalhadas geralmente com expressões corporais, visando a associação entre a imagem e o simbolismo, com o intuito de uma melhor desenvoltura.

8. Inimigos Pessoais: Neste processo a proposta é trabalhar a expectativa da pessoa e do grupo, com relação aos projetos de vida.

9. Personalidade Criativa: Este é um processo comportamental trabalhado já na fase de manifestação propriamente dita da criatividade, onde procura-se refletir a canalização da mesma em determinadas áreas.

10. Exploração e Casos: Esta etapa visa explorar a percepção, direcionada aos negócios, partindo de situações banais até as mais complexas. Ou seja, visa o grau de interesse e postura crítica em saber enfrentar diversas situações.

11. Explorar Hipóteses: É mais uma ferramenta de concretização das habilidades criativas, pois trabalha-se muito com a fantasia e a percepção, explorando o maior números de hipóteses possíveis.

12. Tarefas Complexas: É um estágio mais avançado da aquisição da criatividade, onde de fato só se aprimora práticas de desenvoltura.

A Criatividade, portanto, deixa de ser somente um dom e se apresenta, principalmente, como um fundamental ingrediente para todos aqueles que pretendem ultrapassar os obstáculos e atingirem seus sonhos, o empreendedor, por exemplo, das idéias nascem os empreendimentos. Empreender é, de fato, ser criativo.

 

Sandra Regina da Luz Inácio

•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas, Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração e Psicanálise em revistas especializadas.

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