Aprenda a diminuir doenças cardíacas com boa alimentação Manaus, Amazonas

Aprenda a diminuir as doenças cardíacas mantendo uma alimentação saudavel. O número de mulheres com angina e ataques cardíacos está aumentando de forma alarmante. As doenças cardíacas são a principais causas de mortes no país e no mundo.

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Aprenda a diminuir doenças cardíacas com boa alimentação

Publicidade A boa alimentação é essencial para evitar as doenças cardíacas, que ainda são a causa mais comum de morte no mundo contemporâneo.

O número de mulheres com angina e ataques cardíacos está aumentando de forma alarmante, mas são os homens os mais afetados pela doença.

As doenças cardíacas são a principais causas de mortes no país e no mundo. A melhor forma de se evitar disfunções, que comprometem o funcionamento do coração, é manter hábitos de vida saudáveis, praticando exercícios físicos e comendo alimentos reduzidos em açúcar e gordura.

A gordura (principalmente a de origem animal) é a principal inimiga do coração. Seu excesso pode levar à formação de placas nas artérias e aumentar o nível de colesterol. Alguns doces, refrigerantes e bebidas alcoólicas também são perigosos porque aumentam o índice de quantidade de açúcar no sangue em jejum.

Para garantir um bom funcionamento do coração é importante, segundo os especialistas, manter sempre os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial próximos do normal. Saber se alimentar, portanto, é uma questão fundamental para o controle e a prevenção dessas doenças.

O pesquisador israelense Oded Schwartz, escritor de culinária e chefe de cozinha, explica em seu livro (∗) "Culinária Saudável - Coração" (128 páginas, R$ 39,00), lançado no Brasil pela Publifolha, que as pessoas que sofrem de problemas cardíacos não devem se privar de suas comidas favoritas.
"Produzir pratos inspirados, com baixos teores de gordura e sal, pode ser tão fácil e criativo quanto qualquer outra forma de cozinhar".

O médico inglês Duncan Dymond, consultor em cardiologia do Hospital Saint Bartholomews e do Hospital do Coração de Londres (um dos centros de tratamento de doenças cardiovasculares mais importantes do mundo), alerta que as doenças do coração encabeçam a lista das causas de morte no mundo ocidental, e o número de mulheres com angina e ataques cardíacos está aumentando de forma alarmante. "A falta de conselhos nutricionais adequados deve-se, em parte, ao desconhecimento de alguns médicos sobre o que seria exatamente uma refeição saudável e, em parte, às informações erradas transmitidas pela mídia".

Durante os últimos 20 anos, a prevenção das doenças do coração tornou-se uma prioridade para a medicina. Progressos nas áreas médica e nutricional têm ajudado a reduzir o número de mortes provocadas por problemas cardiovasculares. Mas, afinal, o que é uma doença cardíaca?

Esse termo descreve condições que afetam o coração ou o sistema circulatório, geralmente por interferir no fluxo sangüíneo ou interromper a ação de bombeamento do sistema cardiovascular.

A doença coronariana ocorre quando as artérias que transportam sangue risco em oxigênio para o coração começam a "entupir" por causa de uma substância gordurosa chamada ateroma. Esse "entupimento", conhecido como aterosclerose, causa um estreitamento das paredes das artérias, restringindo o fluxo para o coração.

O derrame ou acidente vascular cerebral (AVC) é causado por um coágulo de sangue, seja nos vasos sangüíneos do cérebro, seja nos vasos sangüíneos que o abastecem ou em decorrência de uma hemorragia nessa área.

A angina ocorre quando o coração não recebe sangue oxigenado suficiente, por causa do estreitamento parcial das artérias coronárias, e é caracterizada por uma sensação de aperto ou peso no meio do tórax. Um ataque de angina é tipicamente desencadeado por exercício ou estresse.

O ataque cardíaco (também chamado de infarto do miocárdio ou parada cardíaca) acontece quando as artérias coronárias ficam completamente bloqueadas, seja pelo processo de "entupimento" descrito acima, seja por um coágulo sangüíneo (também conhecido como trombose coronariana).

Quem corre mais risco?

Existem muitos fatos conhecidos por aumentar o risco da doença coronariana.
Podemos influir diretamente sobre alguns deles. Por exemplo, a incidência de doença cardíaca aumenta com a idade e é maior entre os homens. As mulheres geralmente estão menos sujeitas a desenvolver doenças cardíacas até depois da menopausa, quando há uma redução dos níveis de estrógeno. A hereditariedade também exerce influência sobre as doenças cardíacas, em especial se uma pessoa da família sofreu um ataque do coração antes dos 55 anos de idade.

Os riscos associados à doença cardíaca:

Fatores não suscetíveis de modificação:

 Idade: a incidência de doenças cardíacas aumenta com o avanço da idade.
 Sexo: a incidência é maior entre os homens.
 Hereditariedade: histórico familiar de doença cardíaca é fator de risco.

Fatores suscetíveis de modificação:

 Altos níveis de colesterol no sangue
 Tabagismo
 Pressão alta
 Diabetes
 Ingestão de alimentos, particularmente de gorduras
 Obesidade e estilo de vida sedentário
 Ingestão de sal em excesso
 Consumo excessivo de álcool

Alimentação

O consumo diário de calorias e gordura recomendado para pessoas sob maior risco de desenvolvimento de doenças cardíacas é, para homens, de 2.500 calorias e 80g de gordura por dia. As gorduras saturadas (encontradas principalmente na carne e nos laticínios, assim como em alguns óleos vegetais e em gorduras sólidas usadas para cozinhar, como toicinho e banha) não devem ultrapassar 25g. Para as mulheres o limite diário é de 2.000 calorias e 65g de gordura, não podendo devendo ultrapassar 20g de gorduras saturadas nesse período.

 Alimentos protetores

Frutas e vegetais são excelentes fontes de vitaminas, minerais e outros antioxidantes, e foi demonstrado que reduzem o risco de doenças cardíacas, pois fortalecem o sistema imunológico. Podem também prevenir o "depósito de gordura" nas artérias coronárias, e fornecem fibras solúveis e ácido fólico, uma vitamina conhecida por reduzir os níveis do aminoácido homocisteína no sangue.

Peixes gordurosos como sardinha, cavala, atum e salmão são boas fontes de ácido graxos ômega-3, que reduzem a probabilidade de ocorrência de coágulos sangüíneos e diminuem os níveis de colesterol no sangue.

Aveia, feijão, lentilhas e nozes são boas fontes de fibras solúveis, que podem auxiliar a reduzir os níveis de colesterol no sangue.

 Alimentos não protetores

A gordura, particularmente a saturada, tem sido associada a níveis de colesterol no sangue e à obesidade. Consumo alto de gordura e baixo de alimentos protetores aumentam o risco de doenças cardíacas.

O sal pode causar um aumento da pressão arterial e deve ser consumido com moderação. Dietas com muito sal foram associadas a doenças coronarianas, pressão alta e derrame.

(∗) Mais sobre o livro "Culinária Saudável - Coração"

"Culinária Saudável - Coração" é dedicado àqueles que sofrem de doenças cardíacas. Escrito em parceria com The Heart Hospital (Hospital do Coração) de Londres, um dos principais centros cardiológicos do mundo, o livro apresenta informações sobre os grupos alimentares - divididos em quadros de acordo com o teor de gordura -, dicas para reduzir o uso do sal e da gordura na cozinha e técnicas de preparo.

O livro ensina a planejar os cardápios para compor uma dieta balanceada a fim de estabilizar os níveis de colesterol no sangue. "Cassoulet de frango", "Risoto de cogumelos", "Torta de merengue de pêssego" e "Sorvete de manga" são apenas algumas das receitas aprovadas por The Heart Hospital e preparadas pelo premiado chef Oded Schwartz.

Nota: É proibida a reprodução deste texto em qualquer veículo de comunicação sem a autorização expressa do autor. Só serão permitidas citações do texto desde que acompanhadas com a referência/crédito do autor.

Fonte: UNIC BUILDING

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