Anorexia Masculina Macapá, Amapá

Os dados sobre distúrbios alimentares entre homens ainda são escassos, assim como a oferta de serviços especializados. Uma das dificuldades é o preconceito em aceitar ser portador de uma doença conceituada erroneamente como exclusivamente feminina. Saiba mais no artigo abaixo.

Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
José Carlos Esteves Gondim
(96) 3217-2200
Av. Raimundo Alvares da Costa 0000 - Posto da UNIMED
Macapa, Amapá
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
L R Fernandes Garcia
(96) 3222-1645
av Ernestino Borges, 172, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
R. S. Amorim - Me
(96) 3217-0333
av Mendonça Júnior, 543, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Clínica Santa Rita Ltda
(96) 3222-5699
av José Antônio Siqueira, 751, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
S C da Silva Lab Diagnose
(96) 223-4554
Av Raimundo a da Costa 336
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Paranhos & Vancan Fisioterapia e Odontologia Ltda
(96) 3223-8754
av Coriolano Juca, 265, Als, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
M. T. R. Goncalves - Me
(96) 3222-2360
av FAB, 1835, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Sigma
(96) 3223-4188
av Ernestino Borges, 795
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Anorexia Masculina

Os dados sobre distúrbios alimentares entre homens ainda são escassos, assim como a oferta de serviços especializados. Um dos poucos locais a abrir as portas para esse público, o Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (Ambulim) do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP) tem atendido a uma demanda reprimida - atualmente, 30 homens passam por tratamento no local, a maioria entre 17 e 22 anos. Em 2008, o IPq atendeu 563 pacientes com transtornos alimentares: 104 do sexo masculino, o equivalente a 18% dos atendimentos. Segundo especialistas, a procura por atendimento está crescendo no País.

O Programa de Orientação e Assistência aos pacientes com Transtornos Alimentares (Proata) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) atendeu cerca de 180 pessoas no ano passado: 15 eram homens. "Uma das dificuldades é o preconceito em aceitar ser portador de uma doença conceituada erroneamente como exclusivamente feminina", explica o psiquiatra Alexandre Pinto de Azevedo, do Ambulim. Boa parte dos que conseguem chegar ao atendimento, segundo ele, são portadores da anorexia nervosa atípica - apresentam parte dos sintomas clássicos da doença, como perda exagerada de peso, recusa em ingerir alimentos e episódios de depressão.

"Nos últimos anos vivemos uma mudança no padrão de beleza masculino, mesmo processo que aconteceu com as mulheres décadas atrás. O corpo esguio, com músculos definidos, passou a ser mais cobrado dos homens", afirma a psiquiatra Paula Melin, do Núcleo de Transtornos Alimentares e Obesidade (Nuttra), no Rio. "Um dos inúmeros dados que mostram concretamente essa mudança é o aumento de anúncios e artigos sobre beleza e tratamentos estéticos nas revistas masculinas", diz.

Além disso, proliferam clínicas de estética para homens, lançamentos de cremes para a pele masculina e procura por cirurgia plástica. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica mostram que, entre 2007 e 2008, foram realizadas mais de 55 mil cirurgias plásticas em homens - entre lipoaspiração, rinoplastia e colocação de prótese de silicone nas pernas e no peito. A psicóloga Christina Morgan, do Proata, também observa crescimento da procura masculina por tratamento. "O homem tornou-se também objeto da cultura do corpo, do descartável, da imagem", diz.

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