Analise os Direitos dos Animais Macapá, Amapá

O respeito ao direito dos animais, assim como as riquezas naturais, precisam também, passarem a ser encarados como potenciais turísticos. Demonstrar que existe no local, um alto grau de civilidade. Leia mais sobre este artigo abaixo.

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Analise os Direitos dos Animais

Ao mencionarmos os direito dos animais, e qual a importância de preservá-los , faz-se necessário pensarmos sobre o papel da sociedade na regulamentação de nosso convívio e na contribuição para o relacionamento harmonioso e o bem-estar social, através das leis e das campanhas de conscientização.

Estas questões estão diretamente relacionadas e, dependendo da forma como as encaramos, pode-se defender os mais variados pontos de vista, ressaltando a necessidade de um ordenamento jurídico que proteja não somente as espécies animais selvagens, como também as domesticadas.

Alguns podem atribuir este excesso de zelo à proteção dos animais, como uma fuga para enfrentar problemas criados pelo próprio ser humano.Como é aceitável que existam grupos de proteção a maus tratos em animais selvagens ou domésticos, se ainda existem milhares de crianças ao redor do mundo castigadas pela fome, pela miséria, pela desesperança em relação ao futuro?

Não seria necessário investir primeiro na capacitação e educação deste povo, para depois nos preocuparmos com a questão da proteção das espécies animais?

Coincidentemente, as maiores riquezas da fauna mundial, onde o turismo é intenso, também apresentam a população mais carentes, de modo que, conseguindo criar um mecanismo que, de forma sustentável, possa garantir a inclusão e condições de vidas dignas a essa população, estaremos contribuindo, de forma eficaz, à preservação de importantes espécies animais.

O debate sobre a valorização e o respeito ao direito dos animais teve seu crescimento acentuado na segunda metade do século XX, fruto da conscientização de parte da humanidade em relação a necessidade de garantir a eles uma condição de vida digna. Deve-se ter em mente que, além de uma simples preocupação ecológica, a proteção dos animais também incide fortemente no equilíbrio da comunidade e na prática do turismo responsável.

O processo de desenvolvimento da sociedade capitalista sacrificou grande parte do nosso meio ambiente e, conseqüentemente, de espécies animais que, incapazes de desenvolver habilidades de adaptação aos novos ambientes, estão desaparecendo da terra.

Apesar desta constatação, é inegável a importância da proteção das espécies animais, principalmente se considerarmos que a espécie humana também não deixa de ser um animal. Político, racional, mas um animal, com todas as outras características dos outros animais.

Quando seres humanos, até há pouco tempo, vendiam outros seres humanos como objetos, no regime de escravidão, os tratavam como animais, fazendo imperar a lei da selva, onde o mais forte prevalece sobre o mais fraco.

Tendo em vista que o ser humano tem uma face animal muito forte e busca incessantemente melhorar sua qualidade de vida, pode-se argumentar que as outras espécies animais também tem o direito de viver dignamente. O que diferencia a nossa ação das ações dos animais é que nós tivemos a capacidade de criar leis que puderam controlar e mediar os nossos instintos.

Ressalto, que ainda não chegamos a um nível perfeito de proteção aos animais , mas com o crescimento da violência e da miséria nos grandes centros urbanos, percebemos que grande parte da população está ficando insensível em relação ao ser humano, optando ter em sua companhia os animais domésticos, a quem dedicam toda sua atenção, recebendo em troca um amor sincero e fiel.

Apesar de estar comprovado que algumas espécies possuem uma inteligência fora do comum e, inclusive, alguns cachorros que vivem dentro de casa, podem ser considerados como membros da família, devemos ter em mente que eles não têm a capacidade de criar um ordenamento e um sistema de proteção de direitos que o ser humano é capaz.

Portanto, essa proteção aos direitos dos animais deve brotar no seio da sociedade humana e de todas as instituições e formas de ordenamento que o Homem é capaz de realizar, onde o turismo se enquadra como uma proposta de fortalecimento das posturas éticas.

Para que cada vez mais pessoas se envolvam com a causa dos animais, no dia 4 de outubro , foi comemorado com muito entusiasmo o Dia Nacional de Adotar um Animal, uma campanha que promove ações positivas em favor dos animais. Existem muitos animais domésticos abandonados à espera da oportunidade de serem adotados. Uma chance de encontrar alimentos, um teto, saúde e carinho. Enfim, de encontrar uma família, que possa adotá-lo e de maneira sensata, isto é sem preconceitos, dando aos sem raça definida a mesma oportunidade oferecida aos de raça.

As relações com os animais são espelho das nossas próprias relações e recriamos o seu mundo a imagem e semelhança do nosso, por isto, a proteção do direitos dos animais deve refletir nossa responsabilidade social, reforçando nosso compromisso com a preservação da natureza.

No passado, os animais não tiveram uma proteção legal como têm hoje, talvez porque eles existissem em número abundante ou talvez porque a consciência quanto à sua importância para a sociedade tenha evoluído, o fato é que, de modo geral, eles não possuíam maior proteção jurídica.

Na história contemporânea, os animais passaram a adquirir um valor muito grande para o homem pois, cada vez em maior número, espécies correm risco de extinção e tem-se consciência da importância da permanência delas para manutenção de um ecossistema equilibrado, permitindo que a natureza continue sendo contemplada pelos turistas.

A questão imediata que surge desta reflexão é a seguinte: se os humanos têm direitos, os animais também devem ter direitos respeitados.

Todos os animais merecem viver de acordo com suas próprias naturezas, livres de serem feridos, abusados e explorados pelas mãos humanas. Os animais têm o direto de serem livres da crueldade e da exploração humana, bem como os próprios humanos possuem esse direito entre eles mesmos.

A interferência humana no ecossistema de nosso planeta, através da destruição indiscriminada de espécies animais, pode acarretar efeitos futuros imprevisíveis, até mesmo prejudiciais ao próprio Homem. Seguindo essa direção, a proteção aos animais se justifica não como um imperativo moral, mas como uma necessidade para a sobrevivência da humanidade.

O nosso movimento ambientalista e de proteção aos Direitos dos Animais demonstra a preocupação com a integridade do planeta, pois precisamos salvá-los enquanto ainda é tempo, incentivando as pessoas a exercitarem no turismo o exercício da cidadania.

Sobre o Autor
Administradora de Empresas, Economista, Jornalista e Ambientalista, atuando como defensora do direito dos animais

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