Analise o excesso de pêlos na mulher Manaus, Amazonas

Os médicos, de forma geral, principalmente os que não são endocrinologistas, consideram o excesso de pêlos na mulher como um fenômeno exótico sem muita importancia. Hoje, anúncios em jornais e revistas alardeiam o tratamento definitivo como uso de laser, e, geralmente, as mulheres optam por esta metodologia. Saiba mais abaixo.

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Analise o excesso de pêlos na mulher

Os médicos, de forma geral, principalmente os que não são endocrinologistas, consideram o excesso de pêlos na mulher como um fenômeno exótico, de caráter meramente cosmético e de importância secundária. Hoje, anúncios em jornais e revistas alardeiam o tratamento definitivo como uso de laser, e, geralmente, as mulheres optam por esta metodologia antes mesmo de tentar saber a causa de tal anormalidade incômoda. É óbvio que algumas etnias são mais predispostas ao excesso de pêlos faciais. As populações dos países próximos ao Mediterrâneo podem exibir maior e mais intensa produção de pêlos na mulher comparativamente à população feminina das regiões nórdicas.

Mas a cuidadosa avaliação nas mulheres com excesso de pêlos indica que cerca de pouco mais de 50% têm alterações em hormônios ditos androgênicos, isto é, que induzem distribuição dos pêlos do tipo masculino. Admite-se que cerca de 5% das mulheres têm excesso de pêlos a ponto de lhes causar certo desconforto. O excesso de pêlos femininos é avaliado por uma escala de severidade de O (ausência de pêlos no local) a 4 (grande excesso de pêlos no local). Esta escala, muito usada pelos endocrinologistas chama-se de escala de Ferriman. Como exemplo, a região supralabial com penugem seria 1 e excesso de pêlos supralabiais necessitando usar método depilatório toda semana teria na escala o número 4. O mesmo se aplica a outras regiões do corpo como a região do queixo, as auréolas mamárias (bico do peito), a linha média acima da região do púbis, as faces internas da coxas, e o dorso, entre as escápulas.

Alterações hormonais possíveis
O crescimento de pêlos, de forma intensa e anômala, depende da presença de hormônios chamados androgênicos, isto é, de ação masculinizante. O nome desta condição clínica é hirsutismo (do latim hirsutus, significando peludo). Antes da puberdade as regiões que irão apresentar pêlos apenas possuem o velo, ou o tipo de pilificação clara, macia e pequena. Os hormônios da puberdade, os androgênicos, induzem os pêlos genitais em ambos os sexos. Já pêlos em outras áreas do corpo (como a região facial, região axilar, peitoral) dependem de níveis androgênicos muito elevados somente verificados no sexo masculino. Na menina adolescente os andrógenos podem aumentar as glândulas da pele que produzem gordura (glândulas sebáceas) e, conseqüentemente, a possibilidade de acne (mas não levam a pêlos em excesso).

Admite-se que o excesso de pêlos na mulher depende da combinação de nível elevado de hormônios androgênicos e sensibilidade do folículo piloso à ação androgênica. Isto explica porque o nível anormalmente elevado de hormônios andrógenos nem sempre resulta em Hirsutismo muito intenso ou oleosidade exagerada da pele (tipo seborréia, acne).

Diagnóstico do hirsutismo
Não confundir excesso de pêlos (hirsutismo) com o que se chama de hipertricose, ou seja, manifestação étnica, familiar, genética de pêlos supralabiais ou mesmo de braços e pernas. Algumas medicações podem mostrar, como efeito secundário, o aparecimento de pêlos que nada têm a ver com excesso de andrógenos. Nem todas as mulheres com hirsutismo, porém, terão níveis elevados de hormônios androgênicos. Aproximadamente 50% das mulheres com grau leve de excesso de pêlos (pontuando de 8 a 15 na escala de Ferriman, com máximo de 36 pontos) podem ter dosagens hormonais normais.

Na outra metade de mulheres, com grau de hirsutismo maior, os hormônios androgênicos estão elevados. Neste grupo, o diagnóstico mais comum é o denominado ovários policísticos ou micropolicísticos freqüentemente associado à obesidade que leva à gordura abdominal e ciclos menstruais irregulares. Nestas pacientes, o excesso de insulina circulante estimularia as áreas ovarianas induzindo a secreção contínua e elevada de hormônios do tipo androgênico, além de distúrbios no metabolismo da glicose e do colesterol.

Outras causas de hirsutismo são mais raras como doenças genéticas das glândulas supra-renais, tumores de ovários, doenças da hipófise e, muito raramente, doenças da tireóide. Não se pode deixar de mencionar o uso de anabolizantes por mulheres que optam por desenvolver massa muscular, caso de algumas atletas. O diagnóstico da causa de excesso de pêlos na mulher é realizado por dosagem de hormônios androgênicos excluindo-se as causas raras. Determina-se o nível plasmático de testosterona (hormônio masculino) e da proteína que transporta este hormônio na circulação (chamada de SHBG). Os hormônios da supra-renal são também solicitados embora com menor valor de diagnóstico e prognóstico.

O tratamento adequado para o distúrbio
O primeiro passo é descobrir a causa do crescimento exagerado de pêlos. Feito o diagnóstico, deve-se considerar de igual importância o tratamento cosmético, que é essencial na recuperação da auto-estima da paciente, e o tratamento hormonal. Este último deve restabelecer função ovariana adequada. O excesso de pêlos na mulher é preocupante e deve ser tratado, energicamente, com medidas cosméticas e fármacos antiandrogênicos.

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