Analise as consequências dos gases de carbono Macapá, Amapá

Conheça a origem da criação do Protocolo de Kyoto. Compreenda porque esse tratado favoreceu a proteção ambiental. O autor Augusto da Silva, analisa a emissão de carbono no mundo.

Ferro Velho Noroeste Ltda
(183) 723-1085
r Isabel Prsa, 1047
Andradina, São Paulo
 
Julix
(123) 912-2451
av P Friggi, 501
São José dos Campos, São Paulo
 
São Bento Com de Sobras Industriais
(113) 902-3992
etr Turística do Jaraguá, 1389, Vila Jaraguá
São Paulo, São Paulo
 
Ferro Velho Jardim Margarida
(193) 561-4999
r Benedito Sampaio, 606, Jardim Margarida
Pirassununga, São Paulo
 
RM Metal
(82) 521-4890
r São Francisco, 692, Centro
Arapiraca, Alagoas
 
Waladi Com de Metais Ltda
(113) 271-4617
r Bosco,Dom, 372, Cambuci
São Paulo, São Paulo
 
Ferro Velho Mato Grosso
(69) 421-4380
av Transcontinental, 3511
Ji-Paraná, Rondônia
 
Ferro Velho de Tratores
(42) 227-2588
av Souza Naves, 2221, Chapada
Ponta Grossa, Paraná
 
Papa-Léguas Comércio de Prestação de Serviços Ltda
(16) 632-1120
r Castro Alves, 466, VL Tiberio
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Ferro Velho Cartola Ltda
(41) 276-9791
r Major Theolindo Ferreira Ribas, 245, Hauer
Curitiba, Paraná
 

Analise as consequências dos gases de carbono

Mercado de Carbono – Breves considerações

O mercado de carbono funciona de acordo com as regras do protocolo de Quioto - criado em 1997 durante a Terceira Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 3) realizada na cidade de Kyoto, Japão.

O Protocolo de Kyoto surgiu com a necessidade de criação de um mecanismo que assumisse a função de controlar a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera onde os paises signatários – paises industrializados - assumiram um compromisso de redução de gases de efeito estufa. Segundo o protocolo, para os paises em desenvolvimento(caso do Brasil), não há o compromisso de redução de GEE.

Um dos mecanismos de flexibilização para o auxilio na redução de GEE é o MDL(mecanismo de desenvolvimento limpo) – único que integra os paises em desenvolvimento ao mercado de carbono.

Outros dois mecanismos são:
Implementação Conjunta, realizado entre países desenvolvidos, podendo envolver economias em transição;

Mercado de emissões, somente entre países desenvolvidos, onde um país que tenha reduzido as suas emissões a níveis abaixo da meta possa vender esse “excesso” para outro país.

Tal mercado funciona através da comercialização de certificados de emissão de gases do efeito estufa em bolsas de valores, fundos ou através de brokers, onde os países desenvolvidos, que tem que cumprir compromissos de redução da emissão desses gases, podem comprar créditos derivados dos mecanismos de flexibilização. Esse processo de compra e venda de créditos se dá a partir de projetos, que podem ser ligados a reflorestamentos, ao desenvolvimento de energias alternativas, eficiência energética, controle de emissões e outros.
O exemplo abaixo, foi retirado do site: ambientebrasil e faz referência a um projeto pioneiro, desenvolvido no Sul do México. O projeto utiliza um modelo de desenvolvimento sustentável para produzir e vender ‘reduções’ de carbono há mais de dez anos
“24/08/2006 - Enquanto o mundo começa a prestar mais atenção ao mercado voluntário de carbono, o site Ecosystem Market Place apresenta um projeto pioneiro, desenvolvido no Sul do México. O projeto utiliza um modelo de desenvolvimento sustentável para produzir e vender ‘reduções’ de carbono há mais de dez anos.
No dialeto Tzeltal, Scolel Té significa a árvore que cresce. De acordo com as pessoas envolvidas, esta frase cabe perfeitamente ao projeto de seqüestro de carbono desenvolvido em Chiapas, México. Scolel Te utiliza a venda de créditos de carbono na bolsa voluntária de Chicago (CCX – Chicago Climate Exchange) para financiar esforços agro-florestais que reduzem as emissões de gases do efeito estufa, enquanto atinge o desenvolvimento sustentável.

Desde o seu lançamento em 1994, o projeto expandiu de Chiapas até Oaxaca, e agora é um negócio viável, envolvendo mais de 400 fazendeiros de 30 comunidades diferentes e uma série de ecossistemas.

O projeto, gerido em conjunto pelo ‘Edinburgh Centre for Carbon Management’ (ECCM) e por uma cooperativa de agrônomos e produtores florestais, conhecida no México como AMBIO, procura compradores interessados em créditos de carbono por razões além do simples cumprimento das suas metas de redução, conectando-os aos fazendeiros que desejam vender os créditos de carbono gerados pelo uso de práticas inovadoras em suas terras.

Fonte: SBEF/SBS”

Degmar Augusta da Silva

Advogada há mais de dez anos, com vasta experiência e atuação em grandes empresas. Auditora interna ISO 9001/9002, com conhecimento e formação técnica no sistema de Gestão da qualidade. Atualmente se especializando em Docência em Ensino Superior e Gestão Ambiental de Empresas, com enfoque em responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável.
Editora chefe do Informativo Las hermanas, fundadora e membro do Las Hermanas( projeto social).
degtilili@hotmail.com
62-8437 9405

Clique aqui para ler este artigo na Artigonal.Com