Analise as consequências dos gases de carbono Macapá, Amapá

Conheça a origem da criação do Protocolo de Kyoto. Compreenda porque esse tratado favoreceu a proteção ambiental. O autor Augusto da Silva, analisa a emissão de carbono no mundo.

Rogerio L Pierre
(323) 231-2129
r Antônio Rufino, 310, São Pedro
Juiz de Fora, Minas Gerais
 
Martinez Comércio de Sucata e Reciclagem de Resíduos Industriais Ltda
(116) 440-3244
r José Lopes, 62, JD Kida
Guarulhos, São Paulo
 
Algacir Rogoski Com de Peças Usadas e Recondicionadas
(41) 373-4386
rdv BR, 2375, cta pta grossa 2375
Curitiba, Paraná
 
Carlos Av F Azevedo
(114) 666-4538
rod Regis Bittencourt, 35300, km 35, Jardim Itapecerica
Itapecerica da Serra, São Paulo
 
Ferro Velho Geraldo
(333) 221-2995
r José Rodrigues Ferreira, 207, Lourdes
Governador Valadares, Minas Gerais
 
Ferro Velho Alencar
(95) 627-2246
av Carlos Pereira de Melo, 2000, Jardim Floresta
Boa Vista, Roraima
 
Com Sucatas S Bento Ltda
(47) 633-6091
r Augusto Wunderwald, 1305, São Bento do Sul
Sao Bento do Sul, Santa Catarina
 
Aparas Boa Esperança de Papéis Ltda
(213) 371-9062
rdv Washington Luiz, 3968, Jardim Gramacho
Duque de Caxias, Rio de Janeiro
 
Alumínio & Cia
(133) 223-8220
av Campos Sales, 34, VL Nova
Santos, São Paulo
 
Ferro Velho 180
(67) 422-1839
r Bela Vista, 200, Jardim São Pedro
Dourados, Mato Grosso do Sul
 

Analise as consequências dos gases de carbono

Mercado de Carbono – Breves considerações

O mercado de carbono funciona de acordo com as regras do protocolo de Quioto - criado em 1997 durante a Terceira Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 3) realizada na cidade de Kyoto, Japão.

O Protocolo de Kyoto surgiu com a necessidade de criação de um mecanismo que assumisse a função de controlar a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera onde os paises signatários – paises industrializados - assumiram um compromisso de redução de gases de efeito estufa. Segundo o protocolo, para os paises em desenvolvimento(caso do Brasil), não há o compromisso de redução de GEE.

Um dos mecanismos de flexibilização para o auxilio na redução de GEE é o MDL(mecanismo de desenvolvimento limpo) – único que integra os paises em desenvolvimento ao mercado de carbono.

Outros dois mecanismos são:
Implementação Conjunta, realizado entre países desenvolvidos, podendo envolver economias em transição;

Mercado de emissões, somente entre países desenvolvidos, onde um país que tenha reduzido as suas emissões a níveis abaixo da meta possa vender esse “excesso” para outro país.

Tal mercado funciona através da comercialização de certificados de emissão de gases do efeito estufa em bolsas de valores, fundos ou através de brokers, onde os países desenvolvidos, que tem que cumprir compromissos de redução da emissão desses gases, podem comprar créditos derivados dos mecanismos de flexibilização. Esse processo de compra e venda de créditos se dá a partir de projetos, que podem ser ligados a reflorestamentos, ao desenvolvimento de energias alternativas, eficiência energética, controle de emissões e outros.
O exemplo abaixo, foi retirado do site: ambientebrasil e faz referência a um projeto pioneiro, desenvolvido no Sul do México. O projeto utiliza um modelo de desenvolvimento sustentável para produzir e vender ‘reduções’ de carbono há mais de dez anos
“24/08/2006 - Enquanto o mundo começa a prestar mais atenção ao mercado voluntário de carbono, o site Ecosystem Market Place apresenta um projeto pioneiro, desenvolvido no Sul do México. O projeto utiliza um modelo de desenvolvimento sustentável para produzir e vender ‘reduções’ de carbono há mais de dez anos.
No dialeto Tzeltal, Scolel Té significa a árvore que cresce. De acordo com as pessoas envolvidas, esta frase cabe perfeitamente ao projeto de seqüestro de carbono desenvolvido em Chiapas, México. Scolel Te utiliza a venda de créditos de carbono na bolsa voluntária de Chicago (CCX – Chicago Climate Exchange) para financiar esforços agro-florestais que reduzem as emissões de gases do efeito estufa, enquanto atinge o desenvolvimento sustentável.

Desde o seu lançamento em 1994, o projeto expandiu de Chiapas até Oaxaca, e agora é um negócio viável, envolvendo mais de 400 fazendeiros de 30 comunidades diferentes e uma série de ecossistemas.

O projeto, gerido em conjunto pelo ‘Edinburgh Centre for Carbon Management’ (ECCM) e por uma cooperativa de agrônomos e produtores florestais, conhecida no México como AMBIO, procura compradores interessados em créditos de carbono por razões além do simples cumprimento das suas metas de redução, conectando-os aos fazendeiros que desejam vender os créditos de carbono gerados pelo uso de práticas inovadoras em suas terras.

Fonte: SBEF/SBS”

Degmar Augusta da Silva

Advogada há mais de dez anos, com vasta experiência e atuação em grandes empresas. Auditora interna ISO 9001/9002, com conhecimento e formação técnica no sistema de Gestão da qualidade. Atualmente se especializando em Docência em Ensino Superior e Gestão Ambiental de Empresas, com enfoque em responsabilidade socioambiental e desenvolvimento sustentável.
Editora chefe do Informativo Las hermanas, fundadora e membro do Las Hermanas( projeto social).
degtilili@hotmail.com
62-8437 9405

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