Analisando o empreendedorismo e a inquietação Angra dos Reis, Rio de Janeiro

Segundo dados do Sebrae, atualmente cerca de 18 mil jovens, entre 18 e 24 anos abrem uma micro ou pequena empresa. Isso significa dizer, que do total de empresas, 17% se concentram na mão desses jovens empresários. Sendo que 70% das pequenas e médias empresas brasileiras fecham suas portas antes dos quatro primeiros anos de vida e o perfil empreendedor precoce, nos ajuda a entender um pouco esse movimento.

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Analisando o empreendedorismo e a inquietação

Por Sérgio Nardi

Segundo dados do Sebrae, atualmente cerca de 18 mil jovens, entre 18 e 24 anos abrem uma micro ou pequena empresa. Isso significa dizer, que do total de empresas, 17% se concentram na mão desses jovens empresários. Esse fenômeno se deve ao caráter empreendedor desse público ou da natural inquietação e ansiedade oriunda da idade? 70% das pequenas e médias empresas brasileiras fecham suas portas antes dos quatro primeiros anos de vida e o perfil empreendedor precoce, nos ajuda a entender um pouco esse movimento.

O acesso e a velocidade das informações, o desejo de independência, a cultura consumista e o sonho de riqueza são alguns dos propulsores de lançamento do jovem empreendedor ao mercado. As facilidades existem, mas o mercado é implacável e impiedoso perante as falhas básicas na constituição de um novo negócio.

A inquietação do jovem empreendedor parte do princípio da possibilidade de não fazer parte da cultura organizacional ou seja, o sonho de não ter patrão. Para isso corroboram com essa iniciativa as facilidades hoje, de constituição de uma empresa, de financiamento com prazos estendidos, estabilização monetária, economia em processo de expansão e o bom e velho ‘paitrocínio’, uma vez que, qual idéia não se torna brilhante perante um pai.

Mas o sonho pode rapidamente transformar-se em pesadelo, a concepção e criação de um negócio respeita algumas premissas e etapas fundamentais para a consolidação e sucesso de qualquer empreendimento.

Pesquisa, planejamento financeiro, marketing, network e logística são algumas das áreas necessárias, mas sobretudo e essencialmente, o pré-requisito fundamental é experiência para atuar de maneira satisfatória no complexo entorno empresarial.

Alguns casos e exemplos podem ser aqui levantados de sucessos incontestes na área empresarial, alçados por jovens empresários, mas proporcionalmente eles se tornam raras exceções do mercado e normalmente esses sucessos, advém de áreas novas e que tornam os empresários apesar de jovens, profissionais experientes, como no setor de softwares por exemplo.

Na grande maioria dos negócios, utilizando o jargão, da velha economia, disposição, empenho e dinheiro não são suficientes para estabelecerem um negócio de maneira competitiva no mercado.

Graduação, pós e MBAs não substituem a experiência prática do dia a dia, não proporcionam ao jovem empresário o ganho de experiência suficiente para gerir uma empresa.

Esses cursos em geral são ferramentas importantes no auxílio e instrumentos de apoio na formação do profissional.

Atendimento ao cliente, negociação com fornecedores, detalhamento de logística, análise financeira, fluxo de caixa, marketing, propaganda, SAC, tecnologia da informação são operações cotidianas dentro das empresas, aplicadas de maneira sucessivas ao longo do dia, proporcionando e enriquecendo a cultura organizacional de todo profissional interessado em não ser apenas mero repetidor de processos.

A informação circula nua e ricamente dentro das empresas, mas ela é muito pouco aproveitada pelos profissionais, pois o hábito e a displicência o tornam cumpridores de tarefas dia após dia.

Investimento em formação não é apenas a inclusão de títulos na parede do escritório, o investimento passa também na disposição do profissional de abrir mão, durante um tempo ou período da vida, de uma parte de seus recebimentos em troca de uma rica permuta de informações com o meio que atua.

Nesse ponto o jovem profissional tem enorme vantagem em relação aos outros profissionais, pois invariavelmente tem custos baixos, uma vez que moram com os pais, não tem filhos, são naturalmente mais acessíveis as oportunidades de intercâmbio e viagens dentro da organização, disposição ilimitada e a ambição própria e desenfreada de início de vida.

Não se trata aqui de desestimular o empreendedorismo entre os jovens, mas sim orientar essa massa de futuros empreendedores das necessidades e dificuldades de formação de uma nova empresa.

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