A Arte de Apresentar e Avaliar uma Boa Idéia São José dos Pinhais, Paraná

Não há idéia completamente descartável, assim como não há uma proposta 100% perfeita. Tanto as pessoas que querem apresentar suas idéias quanto aquelas que vão julgá-las precisam se livrar do mito de que uma boa idéia nasce perfeita. Veja mais abaixo.

GEÓGRAFA- CREA-5061472629-S.P.
(45) 9992-5084
IV DE NOVEMBRO - 963
TOLEDO, Paraná
 
COART
(45) 9900-3599
RUA QUINTINO BOCAIUVA, 462
Foz do Iguaçu, Paraná
 
Curso Pós-Graduação Higiene e Inspeção
0800 602 1112
Rua Padre Anchieta, 1142
Curitiba, Paraná
 
Dale Carnegie Training
(45) 3038-9119
Rua Curitiba
Cascavel, Paraná
 
Microlins Formação Profissional
(43) 3047-2700
Rua Osvaldo Cruz 543
Apucarana, Paraná
 
Vergara Traduções Espanhol e Patentes
(45) 8403-5648
R. Ildefonso Pinto da Luz, 132
Cascavel, Paraná
 
INSTITUTO MÉTODO
41-32624387- 41- 88235424 41-91028701
RUA PEDRO DEMETERCO 229, JARDIM DAS AMERICAS
CURITIBA, Paraná
 
PERSONAL TRAINER
(45) 8432-4539
MARIO FILHO
FOZ DE IGUAÇU, Paraná
 
Gestão Digital MPE
(41) 3363-1511
Rua Santa Catarina, 65
Curitiba, Paraná
 
karate do sk of man
(41) 8420-1511
rua chapeco 300
são jose dos pinhais, Paraná
 

A Arte de Apresentar e Avaliar uma Boa Idéia

A Difícil Arte de Apresentar e Avaliar uma Boa Idéia

Publicado no Jornal Valor Econômico

Não há idéia completamente descartável, assim como não há uma proposta 100% perfeita. Tanto as pessoas que querem apresentar suas idéias quanto aquelas que vão julgá-las precisam se livrar do mito de que uma boa idéia nasce perfeita.

Portanto, apresentar, avaliar ou modificar idéias é uma tarefa que requer tanta ou mais habilidade do que criá-las. Imagine a seguinte cena: um funcionário encaminha ao chefe uma idéia para o lançamento de um produto que, na opinião dele, irá revolucionar o mercado. Dedicou horas e mais horas de seu tempo livre para o estudo de viabilidade de seu projeto. Atente para o detalhe de que ele tomou a iniciativa, e em nenhum momento foi convocado para isso. Mas este profissional achou que de alguma forma poderia contribuir para a empresa. Pois bem, ao entregar a proposta, o seu chefe direto não dá a mínima importância e apenas responde: estamos em época de redução de custos e não de investimentos. Resultado: decepcionado, o funcionário sai da sala prometendo a si mesmo nunca mais contribuir em nada para a empresa. E, na maioria das vezes, acaba rotulando o chefe de pessimista, sem visão de futuro, autoritário e até invejoso.

Esta história poderia ter tido um final feliz? Vejamos... Em primeiro lugar, não houve alinhamento entre o foco da empresa naquele momento e a percepção do funcionário. Caso ele estivesse mais focado na redução de custos, provavelmente teria tido idéias para esse fim. Eventualmente, a idéia dele poderia ser uma oportunidade imperdível. Seu chefe poderia sugerir que ele aguardasse o momento adequado, o que, aliás, o próprio funcionário também poderá fazer. Isto se a resistências do chefe forem objetivas: ao expor ou avaliar uma idéia, as pessoas podem praticar um exercício muito simples: a prática do diálogo interno. Antes de vetar alguma iniciativa, basta checar a origem de suas resistências contra ela. E, para quem apresentou a idéia, procurar entender o tipo de resistência que a pessoa está oferecendo.

Quem apresentou a idéia pode refazer sua tática de apresentação: apresentei a idéia no momento e local certo? Havia condições para o chefe me ouvir? A idéia foi bem apresentada? Quem ouviu a idéia pela primeira vez pode se perguntar se estava aberto para o novo, se não deveria dedicar algum momento para a análise da idéia.

Mas ainda há esperança: se nada se perde, tudo se transforma, porque não adequar a idéia ao momento da empresa? Se os custos de implementação são altos, usemos a criatividade para diminuí-los ou achar financiamentos. Se a idéia é ambiciosa, podemos reduzi-la.

Estes foram exemplos corriqueiros da administração de uma idéia inicial, mas basta lembrar que toda idéia tem em si algum potencial a ser aproveitado, que uma nova e boa idéia sempre poderá surgir. Afinal, esta não é a história do post-it (a cola que não colava)? e da Coca-Cola (que também era remédio)? Consumidores e clientes estão sempre atrás de novidades. Portanto, é preciso criá-las. Consumidores e clientes também estão atrás de um bom custo-benefício, serviços interessantes, um algo mais. Assim, as empresas são forçadas a viver em constante mutação. É preciso ser pioneiro, arriscar e ser movido a sonhos. Mas também é preciso saber apresentar, avaliar e adaptar idéias.

Clique aqui para ler este artigo na Portal CMC