A AIDS E O CARNAVAL Macapá, Amapá

Folia do carnaval aliada ao namoro sem proteção é apontada como fator de risco para AIDS. Uma pesquisa desenvolvida pelo psicopedagogo Welinton Santos revelou que os índices de contágio da AIDS é maior durante o mês de carnaval. Ele afirma que os entrevistados de diversos casos confirmados da doença foram contraídos por parceiros carnavalescos.

Unimed
(96) 222-2214
r Tiradentes, 62, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Clínica Promeds Prev Odont Médica Social Ltda
(96) 223-3041
av Machado de Assis, 391, Central
Macapá, Amapá
 
Posto NS Perpétuo Socorro
(96) 222-1530
r Beira Rio, 1, Beirol
Macapá, Amapá
 
Expedito Ferreira Silva
(96) 223-1138
av Sergipe, 289, Pacoval
Macapá, Amapá
 
Clínica Gogoy
(96) 261-1200
tv Joaquim Gouveia, 180, Alvorada
Macapá, Amapá
 
Posto Alcolumbre
(96) 223-2522
r Candido Mendes, 167, Central
Macapá, Amapá
 
Posto Alcolumbre
(96) 222-2573
av Feliciano Coelho, 775, Trem
Macapá, Amapá
 
Clime Clínica Médica Especializada
(96) 223-0040
av Dq Caxias, 666
Macapá, Amapá
 
Unimed Macapá
(96) 241-4466
rod Juscelino Kubitschek, Jardim Marco Zero
Macapá, Amapá
 
Unimed
(96) 222-2051
av Pres Vargas, 559
Macapá, Amapá
 

A AIDS E O CARNAVAL

A AIDS E O CARNAVAL

 

Welinton dos Santos é economista e psicopedagogo

 

           Carnaval é símbolo de alegria, faz parte de nossa cultura e costumes, mas nos últimos tempos mostra ser um forte candidato ao aumento de doenças sexualmente transmissíveis.

            Preocupante verificar que esta doença está aumentando em locais de pouca informação e orientação da população. Enquanto que pouco mais de 10% dos municípios fazem campanhas de conscientização constantes, distribuição de forma adequada de preservativos, dentre outros, quase 90% dos municípios do Brasil, não tem sequer uma campanha preventiva. Muitas trabalham no efeito da doença, que custa muito caro ao bolso do governo e a nós contribuintes.

            A AIDS ou SIDA, traduzindo que significa Síndrome da Imune Deficiência Adquirida, destroem as células de proteção do nosso organismo. O que mata não é a AIDS, mas as doenças adquiridas em virtude da falta de proteção do organismo. Sem medicação o paciente pode vir a falecer até de um simples resfriado que pode passar para outros tipos de enfermidade. Com a medicação, coquetel de remédios distribuído gratuitamente pelo Governo Federal (sendo exemplo no mundo e ganhando inclusive prêmios na ONU), o paciente pode ter uma vida relativamente normal, podendo elevar a projeção de vida em até décadas. A mãe infectada não pode amamentar e o sexo entre parceiros em que um deles ou os dois sejam soro positivo precisam de proteção para evitar multiplicação de contágios.

            As cidades do interior do Brasil sofrem em duas situações com a questão do aumento dos casos, a primeira pela falta de informação e a segunda pela falta de diálogo dos pais e pessoas mais esclarecidas com os adolescentes e pessoas mais humildes sobre o assunto. Ninguém está livre de adquirir a doença quando não faz sexo seguro.

            A vida sexual começa na adolescência, por isso, campanhas educativas em todas as escolas deveriam ser regras. Ainda bem que em quase 10% dos municípios brasileiros isto já está ocorrendo, mas precisa ser estendido e esquecer muitos tabus da nossa sociedade.

            Sem hipocrisia, o preservativo é a única camisa que se veste quando a coisa esquenta.

            Lembre-se que qualquer pessoa pode defender a bandeira da informação e esclarecer a sociedade sofre os efeitos desta doença. Existem muito órgãos do governo e ONG’s que distribuem cartilhas e materiais de divulgação e esclarecimento gratuitamente.

            Materiais sobre o assunto estão disponíveis para download no site do Ministério da Saúde, desde vídeos, cartazes, orientações, cartaz, folder e outros, acessem:  http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISC00B1070ITEMID3F9AEDF0CAE04CD297BB3659B5CB850CPTBRIE.htm

             Além deste endereço citado procure em vários sites, existe informação completa na internet sobre o assunto.

             Devo parabenizar a todas as empresas que fazem campanhas de esclarecimento sobre o assunto principalmente em semanas da SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho).

              O Brasil precisa de mais voluntários e pessoas que defendam bandeiras de esclarecimento com referência a AIDS e tantas outras doenças, faça a sua parte, colabore, divulgue, seja um voluntário consciente para transformar nossa sociedade em um mundo melhor, lembre-se que com pequenas ações grandes vitórias são alcançadas.

 

 

 

           

            

 

 

 

Clique aqui para ler este artigo na WebArtigos.com